Comunicado Oficial

MH2O do Ceará Confirma Exclusão de 04 Membros

 

O Movimento Hip Hop Organizado do Ceará (MH2O do Ceará) confirmou oficialmente a expulsão de 04 (quatro) pessoas por graves infrações ao Estatuto da Entidade e á Cultura Política do MH2O

 

 

Os ex-Membros do MH2O são:

 

·       Francisco Moésio Ferreira de Castro (Ex-Coordenador Político do MH2O do Brasil);

·       Ana Jarline (Ex – Coordenadora Geral e Política do MH2O do Ceará);

·       Renan de Maria (ex- Representante do MH2O do Ceará no Fórum Cearense de Hip Hop);

·       Sávio Rebouças Félix (Ex-Coordenador de Processos do PPNMA).

 

 

Coordenação Estadual do MH2O do Ceará

Conselho Fiscal Nacional de Controladoria e Ética do MH2O do Brasil



Escrito por MH2O do Brasil às 22h10
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Adeus a Penoso

A Familia MH2O do Brasil está de luto

Morre o Rapper Penoso 

 

O Movimento Hip Hop Organizado do Brasil (MH2O do Brasil) comunica o falecimento de um dos mais jovens e aguerridos militantes de nossa Organização. O Rapper, apresentador, MC e percursionista: Penoso. O inesquecível Jordeni Já se encontra em nossa posse no céu.

Militante do MH2O do Ceará, penoso representava a nova escola do hip hop cearense e era sem dúvidas um dos mais talentosos jovens de nosso Estado. O MH2O do Brasil vem a público para manifestar toda sua tristeza e pesar e lembrar a todos a principal característica de penoso, a alegria. Neste momento estamos todos tristes e não nos foge da garganta esse nó, e não desembarga a voz, cada vez que pronunciamos seu nome. E não nos foge a cruel impressão de que todos os nossos esforços para acolher e proteger nossos irmãos da periferia ainda não são suficientes.

E nos invade a alma um sentimento de impotência ao ver mais um dos nossos tombar. E lacrimejam nossos olhos ao recordar seu sorriso, imitações, piadas, beat-box. Esse momento é inquestionavelmente um dos mais difíceis dos nossos dezoito (18) anos de existência.

Mas todos nós sabemos que não podemos desanimar. Não podemos parar e que até em memória e honra desse menino guerreiro devemos continuar lutando.

Hoje, toda a família MH2O do Brasil se unifica pela dor. Tão logo a tristeza recue avançaremos unidos pela luta. E que a lembrança e o espírito do menino guerreiro ilumine nossa estrada e reforce nosso compromisso com cada irmão que tal qual penoso caminha por toda a vida sempre no fio da navalha e nem sempre consegue se equilibrar.

Lembremo-nos que bem mais que a indignação, o que nos move é a transformação e a justiça, só conquistadas pela militância.

 

Penoso é eterno em nossa memória e em nossos corações.

 

Um salve sofrido,

 

Família MH2O do Brasil

 



Escrito por MH2O do Brasil às 22h27
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DJ sagrado

 

Deus é um DJ

Confira:

http://www.portalcab.com/video/?play=deus-dj



Escrito por MH2O do Brasil às 17h53
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Dança de Rua

 MH2O do Brasil apresenta:

A Base de tudo - o sustentáculo do Hip Hop:

http://www.portalcab.com/video/?play=breakdance



Escrito por MH2O do Brasil às 17h37
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MH2O e Aliança Empreendedora iniciam parceria no Sul do País

Aliança Empreendedora e MH2O do Brasil avançam nas intenções de uma parceria permanente para atuação na região Sul.

 

Os Coordenadores da Aliança Empreendedora e MH2O do Brasil, Rodrigo Brito e Johnson Sales iniciaram procedimentos para celebrar uma parceria permanente para atuação na Região Sul do Brasil. A parceria começa a se desenhar com cooperação técnica mútua e transferência de tecnologia, além de estratégias conjuntas de atuação no Terceiro Setor com possibilidades de Expansão Nacional da parceria.



Escrito por MH2O do Brasil às 10h59
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MH2O Paraná promove integração Sul-Sul

Aliança Sul - Sul

MH2O do Paraná recebe o Hip Hop de Santa Catarina e celebra parceria para colaboração tecnológica, de gestão e de Movimento

 

Edison lino (Kshorro Loco) Coordenador do MH2O do Paraná recebe comitiva do Hip Hop Catarinense na sede do Projeto Piloto Nacional do Mercado Alternativo (PPNMA) Paraná. O Coordenador Nacional Institucional do MH2O do Brasil Johnson Sales e a Coordenadora da Comunidade Empreendedores de Sonhos (CES), Bárbara, também estiveram presentes na ocasião e combinaram ações de transferência tecnológica e cooperação entre as duas organizações em Santa Catarina.



Escrito por MH2O do Brasil às 10h26
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Assessor Municipal de Juventude de Fortaleza comenta declarações do MH2O

Fortaleza

Prefeitura elabora diagnóstico da situação

31/03/2007 14:24

O assessor de Políticas Públicas de Juventude do Gabinete da Prefeitura, Afonso Tiago Nunes de Sousa, rebate as críticas de Sales. Ele relata que a prefeitura vem desenvolvendo vários projetos voltados para os jovens, como o Credjovem, que concede crédito para os jovens montarem empresas solidárias nos bairros, e o pró-jovem (um programa desenvolvido em parceria com o Governo Federal que visa levar jovens entre 18 e 24 anos que não concluíram a 8ª série de volta à escola), além dos programas desenvolvidos pela Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci). "Estamos também com dois projetos grandes. Um é a criação do Pré-universitário Popular de Fortaleza, um cursinho para 10 mil jovens com aulas presenciais que deverá ser implantado ainda este ano; e a construção de centros da juventude ou Cuca - Centro Urbano de Cultura, Arte, Esporte, Ciência e Tecnologia", relata o assessor.

De acordo com Afonso, está sendo elaborado um diagnóstico que irá detectar os principais problemas enfrentados pela juventude de Fortaleza. A partir desse diagnóstico, será elaborado políticas públicas mais direcionadas para a resolução dessas questões. "Com a reforma administrativa, será criada uma coordenadoria de juventude. A idéia é que a coordenadoria não seja um órgão para executar políticas públicas para a juventude, mas que ela tenha o papel de impulsionar as demais secretarias para que criem políticas de juventude", observa.


NÚMERO

30
membros efetivos formam o Conselho Municipal de Juventude aprovado pela Câmara Municipal de Fortaleza no dia seis de março último

Leia mais sobre esse assunto



Escrito por MH2O do Brasil às 11h52
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Contra a brutalidade da redução da Maioridade Penal

A sociedade discute se os menores infratores devem ser punidos como adultos. Para você, a solução é mudar a lei ou melhorar a educação?


 
 
Fotos divulgação
Não acho bacana misturar adolescentes de 16 anos com pessoas mais velhas, que estão há muito tempo no presídio. Se isso acontecer, a pessoa deve sair pior do que entrou
Luís Otávio, ator do filme Cidade de Deus (acima, como o personagem Buscapé)

Q uando se fala em tomar medidas legais para combater a criminalidade, inevitavelmente vem à tona a discussão sobre a redução da maioridade penal — a idade em que, diante da lei, um jovem passa a responder inteiramente por seus atos, como os cidadãos adultos. Existem atualmente no Congresso Nacional 54 projetos de lei com esse objetivo. O assunto voltou com força ao noticiário depois do assassinato de um casal de namorados em São Paulo, em novembro passado. O principal suspeito de ter arquitetado e cometido o crime, com métodos cruéis, é um rapaz de 16 anos.
Numa pesquisa do Instituto Sensus, de Minas Gerais, divulgada no fim de 2003, 88% dos entrevistados apoiaram uma reforma nas leis que reduza para 16 anos a responsabilidade criminal no país. O Site do Professor também realizou um levantamento informal sobre o assunto e 75% dos internautas que decidiram participar se manifestaram pela maioridade penal aos 16. Como se vê, a idéia conta com o apoio de uma expressiva maioria da população.
Por que tanta gente está disposta a empunhar essa bandeira? Os que defendem a redução da maioridade penal acreditam que os adolescentes infratores cometem crimes porque não são suficientemente punidos. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é considerado tolerante demais com a delinqüência e portanto não cumpriria sua função de intimidar os jovens que pensam em transgredir a lei. Além disso, supõe-se que o número de crianças e adolescentes infratores esteja aumentando vertiginosamente, e que essa tendência só poderá ser revertida com a adoção de medidas repressivas.
Soldados do tráfico
É verdade que jovens cada vez mais novos são recrutados por criminosos adultos — sobretudo os chefes e subchefes do tráfico de drogas — para atuar em suas quadrilhas. São personagens que o livro Cidade de Deus, de Paulo Lins, e depois o filme de Fernando Meirelles apresentaram ao mundo: "vapores" (que fazem ligação entre os traficantes e os usuários de drogas), "aviões" (que levam a droga para fora das favelas), "fogueteiros" (vigilantes que soltam rojões para anunciar a chegada da polícia ou do carregamento de droga) e "soldados" (seguranças de pontos de venda).
Em parte é a relativa impunidade que leva o tráfico a procurar "empregados" nessa faixa etária, uma vez que o ECA prevê no máximo três anos de reclusão para menores infratores. Outros motivos que influem na preferência dos traficantes pela mão-de-obra infantil são uma suposta impulsividade característica da idade e o fascínio que a carreira criminosa exerce sobre os jovens. "O tráfico seduz porque promete mais dinheiro, mais respeito e mais força dentro de comunidades em que o contexto familiar se tornou muito vulnerável", diz o geógrafo Jailson de Souza e Silva, doutor em educação e líder comunitário do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.
Diante dessa mistura de ambição de consumo, acesso a armas e ousadia (freqüentemente associada à idéia de que não há nada a perder), não é de surpreender que a figura do "adolescente em conflito com a lei", como é chamado oficialmente, provoque tanto pavor. Também é compreensível que esse sentimento seja comum entre os professores, para quem a situação inspira impotência, uma vez que a escola deveria ser um dos antídotos para a sedução do crime. Mesmo assim, o quadro é menos sombrio do que se costuma crer: as estatísticas mostram que os homicídios cometidos por menores de 18 anos estão bem abaixo de 10% do total do país.


Escrito por MH2O do Brasil às 10h46
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Fotos divulgação
Jovens a serviço do tráfico de drogas no filme de Fernando Meirelles: imagem difundida não é a da maioria
 
Pena de internação
 
Uma crítica comum às leis brasileiras refere-se à idéia de que, ao agir, os menores de 18 anos não têm o mesmo grau de consciência que os adultos. Os que querem a redução da maioridade penal freqüentemente afirmam que, nos dias de hoje, um jovem de 16 anos sabe bem o que faz. "Se vemos crianças de 10 anos executando gente, devemos tratá-las como se não entendessem o crime que cometem?", pergunta Paulo José da Costa Júnior, professor de direito penal da Universidade de São Paulo, que diz conduzir uma cruzada pela redução da maioridade penal no Brasil desde 1969. Para reforçar seu argumento, ele lembra que segundo a legislação eleitoral o jovem de 16 anos tem discernimento suficiente para votar, mas que a lei penal entende o oposto.
De acordo com a legislação brasileira, apenas as crianças até 12 anos são inimputáveis — isto é, não podem ser julgadas ou punidas pelo Estado. Se cometerem crime, nada sofrerão. De 12 a 18 anos, o jovem infrator será levado a julgamento numa Vara da Infância e da Juventude e está sujeito a várias punições: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, inserção em regime de semiliberdade e internação em estabelecimento educacional.
A internação é a opção mais comum. Na prática, os estabelecimentos educacionais que a lei menciona são instituições como a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem), de São Paulo. Em geral, elas se assemelham mais a prisões do que a escolas e foram concebidas antes do início da vigência do ECA, em 1990. A freqüência à escola propriamente dita é obrigatória para os jovens que cumprem as penas em regime de liberdade assistida ou semiliberdade. O primeiro é aquele em que o adolescente não é internado em instituição alguma mas deve se apresentar diariamente a um adulto designado para acompanhar seu comportamento. Em semiliberdade, o jovem infrator passa apenas um período do dia recolhido a uma instituição como a Febem.


Escrito por MH2O do Brasil às 10h45
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Uma experiência que está dando certo
A escola deve se democratizar. E isso acontece quando ela abre o espaço para os alunos de modo que eles se sintam participantes e percebam que têm valor. O objetivo do trabalho em nossa escola é valorizá-los. Abrimos nossas portas grupos de teatro e de dança e colocamos os equipamentos à disposição para aulas de informática. Esse é o primeiro passo para a prevenção da delinqüência. A iniciativa ajudou muito nossos alunos, inclusive aqueles em situação de risco e os que estão sob regime de liberdade assistida. As crianças passam a ver a escola de outro ângulo, não apenas como o lugar onde se estuda, porque muitas associam essa função, isoladamente, a uma atividade chata e sem atrativos.
Os estudantes daqui começaram a ver possibilidades e propostas de vida na escola que antes não viam. Alguns passam horas no prédio desenhando ou construindo coisas de que a gente precisava.
Como gostam do ambiente, passam a cuidar dele e até as paredes começaram a pintar. Eles podem escolher o que fazer. Um adolescente aprendeu a digitar e me ajudou na coordenação. Outro quis trabalhar na cozinha e umterceiro cuida da portaria. Nós mudamos o nosso olhar em relação aos alunos e eles também mudaram o deles com relação à escola e à vida.
Evaldo Bispo Santana é coordenador pedagógico da Escola Estadual Cohab Bairro dos Pimentas II, em Guarulhos (SP)
 
Convivência nociva
 
"As unidades de internação do tipo Febem costumam ser idênticas a prisões", diz o advogado João Pedro Pereira Brandão, que acompanha processos judiciais relacionados a adolescentes como coordenador de projetos do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud). "Minha experiência permite dizer que muitas vezes os jovens são punidos mais severamente do que os adultos."
Quando compara a Febem a prisões, Brandão se refere, entre outras coisas, à superlotação, às más condições estruturais e à ameaça permanente de rebelião. Desse modo, as instituições para menores infratores constituem, quase sempre, escolas de crime, tanto quanto os presídios de adultos. As pessoas contrárias à redução da maioridade penal advertem que, se ela for aprovada, adolescentes infratores, quando presos, passarão a conviver com criminosos veteranos.
Um dos pontos mais criticados do ECA é o limite máximo de três anos de internação, não importa qual tenha sido o delito cometido. Alguns países, como os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, consideram a gravidade do delito mais importante do que a idade do autor. Esse princípio permite à justiça norte-americana aplicar até a pena de morte a crianças. A maioria dos países da Europa e das Américas, porém, adota legislação especial para os cidadãos menores de 18 anos.
"Ao defender uma posição raivosa contra a revisão do ECA, os movimentos sociais se recusam a discutir outros pontos de vista e se afastam da opinião pública", afirma Silva, em referência às pesquisas que mostram a maioria da população a favor de mudanças na lei. Ele é contra a redução da maioridade penal, mas apóia a revisão do limite máximo de três anos de internação.


Escrito por MH2O do Brasil às 10h43
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Direito à educação
A polêmica não se encerraria, no entanto, com a discussão de revisões isoladas do estatuto. O princípio básico da lei — o de que pessoas até 18 anos estão em fase de formação e por isso devem ser objeto de mecanismos de proteção — é questionado por muitos. Silva, ao contrário, o defende: "O ECA foi um grande avanço. Antes, crianças e adolescentes eram vistos como propriedade dos pais, que poderiam até espancá-los. Hoje eles são sujeitos de direitos como os demais cidadãos".
Um deles, expresso no texto do ECA, é o direito à educação, um assunto intimamente relacionado com o adolescente infrator. Segundo pesquisa do governo federal, 96,6% dos jovens que cometeram algum delito não concluíram o Ensino Fundamental. Estatísticas também mostram que o grau de incidência de infrações está diretamente relacionado à carência social das comunidades em que ocorrem. "É tarefa da escola dar aos alunos uma concepção cidadã do ser humano que não se restrinja a seu papel de consumidor", diz Silva. "E para isso ela tem que estar vinculada à comunidade."
Desafio da escola é incluir todos os alunos
São dois os papéis da escola quando se trata do envolvimento do adolescente num ato infracional. O primeiro é de caráter preventivo, com a promoção de uma cultura de paz e tolerância, por meio de uma sólida formação para os valores. O segundo é receber o adolescente que já se tornou um infrator e retorna à vida de estudante. A atitude básica da escola nesse caso deve ser de inclusão. O sistema de ensino precisa se preparar para lidar melhor com esses jovens e os problemas que trazem consigo. A educação é um direito de todos, sem exceção, e o adolescente que tenha um conflito com a lei não pode ser excluído. Nós, educadores, somos preparados para lidar com crianças e jovens que não apresentam problemas de conduta. Se olharmos a realidade atual, no entanto, percebemos claramente que crianças e adolescentes em situação de risco fazem parte da clientela da educação. Professores, diretores, supervisores e orientadores não recebem capacitação específica para lidar com esse contexto. Essa é uma grande falha das redes pública e particular de ensino. Nós temos de ser preparados para não separar o jovem de seu meio. A escola deve ser capaz de acolher o aluno e sua realidade familiar, comunitária ou cultural. Hoje, infelizmente, a regra geral é eliminar o problema pela exclusão do jovem.
Antonio Carlos Gomes da Costa é pedagogo e consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Foi redator do Estatuto da Criança e do Adolescente

    Fonte: Revista Nova Escola.

 



Escrito por MH2O do Brasil às 10h41
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Conselho Nacional de Juventude

 

 

 

Só faltava essa!

 

Conselheiros Nacionais de Juventude querem prorrogar seu já questionável mandato

 

 

E atenção: O “Mandato Biônico” dos conselheiros do Conselho Nacional de Juventude termina em Agosto de 2007. Mas já se fala e trama a prorrogação deste mandato até abril de 2008. Em se tratando de pessoas que aceitaram participar de um conselho nacional de juventude, indicados pelo governo e sem passar pela a provação do conjunto das juventudes do País, nenhuma surpresa.

 

È bom lembrar que o Ceará tem três conselheiros no CNJ, e nos interessa muito saber seu posicionamento.

 

Resta a nós, lamentar, denunciar e mobilizar para evitar mais esse atentado contra a democracia e a juventude.

 

Realmente, lamentável.

 

 

Coordenação Institucional do MH2O do Brasil



Escrito por MH2O do Brasil às 16h17
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A Primeira resposta é diplomática

MH2O do Brasil responde "diplomáticamente"

a ataques de Bárbara Garcia na Folha de São Paulo

Cara Bárbara, sou Johnson Sales, Coordenador Institucional do Movimento Hip Hop Organizado do Brasil e Fellow da Rede Ashoka Empreendedores Sociais. E gostaria de lhe falar que seu artigo tem causado bastante desconforto para todas as pessoas que conhecem a importância social e cultural do Hip Hop. E pediria que você pudesse conhecer um pouco mais sobre este tema, até para poder fazer um juízo mais justo sobre o assunto. realmente se os projetos de Hip Hop que o Ministério da Cultura apóia, formassem imitações de Snoop Dog, ou caricaturas do Rap sexista americano, você estaria com a razão.

Mas não é disto que se trata. Os projetos trabalham com formação cultural, criação de bibliotecas e incentivo a leitura, informática e geração de emprego e renda, sempre tendo no Hip Hop o elemento mobilizador. 

A Organização em que milito atua a partir do Hip Hop com a incubação de pequenas Empresas de Indústria Criativa com jovens da periferia e se apóia na visão de um Mercado Alternativo à base de Hip Hop. O Hip Hop Movimenta no Mundo só com a venda de discos 1,6 milhão de dólares. Se pelo menos parte disto puder ser revertido para a inclusão econômica e social da juventude periférica, poderemos estar criando uma alternativa ao tráfico e à criminalidade.

Também no aspecto cultural, você deve conhecer os trabalhos realizados sobretudo no Nordeste, onde o Rap se mistura ao repente e o Break a danças como o coco e outras e o Grafite é trabalhado com elementos como a xilogravura e a temática regional. Nestas experiências a musicalidade do RAP enriquece outras tendências e se beneficia das mesmas, gerando um autêntico Hip Hop Brasileiro. Poderia te falar de muitas outras coisas. Mas creio que isto pode ajudá-la a conhecer um pouco mais do tema. Não me leve a mal. Não concordo que devamos ofendê-la e ou destratá-la porque você emitiu uma opinião que nos desagrada. Prefiro tentar contribuir para melhorar sua visão sobre o Hip Hop e quem sabe ainda vê-la escrevendo coisas positivas sobre nosso Movimento.

 

Se ainda tiver paciência e disposição, te envio este LINK: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip_Hop_Brasil sobre nossas atividades, inclusive as de inclusão econômica. E se for possível, gostaria de saber sua opinião. Mesmo escrevendo só um parágrafo para nosso e-mail.

 

Obrigado pela atenção.

Um salve respeitoso,

 

Johnson Sales - Coordenador Institucional do Movimento Hip Hop Organizado do Brasil e Fellow da Rede Ashoka Empreendedores Sociais.

 

 



Escrito por MH2O do Brasil às 17h59
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Hip Hop atacado na Folha de São Paulo

Bárbara garcia ataca Hip Hop na Folha de São Paulo


BARBARA GANCIA

Cultura de bacilos

Se usamos verbas públicas para ensinar hip-hop, rap e funk, por que não incluir na lista axé ou dança da garrafa?

N ESTA SEMANA , na esteira da visita do ministro da Cultura, Gilberto Gil, a Austin, no Texas, onde foi falar sobre cultura digital e tópicos correlatos, o correspondente do jornal "The New York Times", Larry Rohter (ele, sempre ele), produziu uma reportagem intitulada "Governo brasileiro investe em cultura hip-hop".
Nela, Rohter conta ao seu leitor norte-americano que, no Brasil, o governo está empregando o dinheiro do contribuinte para disseminar a "cultura hip-hop" entre jovens da periferia. Diz ele que, por ter sido boicotado muitas vezes no início da carreira, Gil "sente certa afinidade" por esses movimentos musicais, e que, por isso, concebeu o programa Pontos de Cultura do Brasil, que distribui doações de cerca de US$ 60 mil a grupos comunitários das periferias, a fim de desenvolver "novas formas de expressão da latente criatividade dos pobres do país".
Em um país em que o presidente da República acha espirituoso falar em "ponto G" em coletiva de imprensa, distribuir dinheiro público para ensinar a jovens carentes as técnicas do grafite ou a aspirantes a rapper como operar pick-ups, pode até parecer coisa natural. Mas eu pergunto: a que ponto chegamos? Desde quando hip-hop, rap e funk são cultura? Se essas formas de expressão merecem ser divulgadas com o uso de dinheiro público, por que não incluir na lista o axé, a música sertaneja ou, quem sabe, até cursos para ensinar a dança da garrafa? O axé, ao menos, é criação nossa. Ao contrário do hip-hop, rap e funk, que nasceram nos guetos norte-americanos.
Na última quarta-feira, em meu comentário diário na rádio BandNews FM, tomei a liberdade de dizer o que pensava sobre esse lixo musical que, entre outros atributos, é sexista, faz apologia à violência e dói no ouvido. Para quê? Imediatamente a caixa postal eletrônica da rádio foi inundada por protestos tachando-me de racista e fascista.
Sei, sei. Quer dizer que se eu afirmar que a música sertaneja é uma porcaria alienante, tudo bem. Mas se disser que usar boné de beisebol ao contrário na cabeça, calça abaixada na cintura com a cueca aparecendo e tênis de skatista é coisa de colonizado que nem mesmo sabe direito o que o termo hip-hop (um e-mail se referia à musica "rip-rop") significa, sou racista e fascista?
No texto de Larry Rohter, o antropólogo Hermano Vianna afirma que Gilberto Gil olha para o hip-hop, o funk e o rap "não com preconceito, mas como se fossem oportunidades de negócios". Não entendo muito de comércio, mas será que produzir uma legião de grafiteiros e de DJs é "oportunidade de negócio"?
Por anos, fiz com o mestre Silvio Luiz um programa de esportes chamado "Dois na Bola". Uma vez por semana, nós apresentávamos um grupo musical. Cansamos de receber artistas do hip-hop que hoje estão aí com música na trilha sonora da novela. E vira e mexe, depois de eles terem passado pelo programa, descobríamos, para nosso espanto, que os tais gênios musicais eram ligados ao tráfico de drogas.
Alô, ministro Gil! Não seria mais produtivo ministrar nas favelas um curso de um único livro de Machado de Assis ou Guimarães Rosa, do que dar força para a molecada virar uma paródia de Snoop Doggy Dogg?

barbara@uol.com.br



Escrito por MH2O do Brasil às 17h54
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POA tem Secretaria Municipal de Juventude

A Importância de uma secretaria Municipal de Juventude
 
 

Entrevista com o Secretário Municipal de Juventude de Porto Alegre,


 


Pela primeira vez, Porto Alegre terá sua Secretaria Municipal de Juventude. Entre as propostas da nova secretaria, está a criação do 1º Fórum Municipal de Políticas Públicas para a Juventude, que será realizado a partir de um debate com diversas tribos da Capital. Seu secretário, o economista Mauro Zacher, 29 anos, fala das dificuldades enfrentadas nesse início dos trabalhos e dos projetos da Pasta.

Qual a importância de Porto Alegre ter pela primeira vez uma Secretaria de Juventude?

- A importância de se ter uma secretaria destinada a tratar dos temas específicos da juventude é algo que demonstra a visão de futuro de uma administração pública. Está presente nas mais modernas gestões públicas de países desenvolvidos e que, recentemente, no Brasil, começou a ser adotada,com a criação da Secretaria Nacional, em dezembro de 2004. E foi com essa filosofia, que Porto Alegre foi a primeira, entre as capitais brasileiras, a criar uma secretaria que, especificamente, viesse a estudar e elaborar políticas públicas voltadas a esse segmento cada vez maior em nossa sociedade.

O tema é amplo e muitas razões para a sua criação poderiam, aqui, ser expostas. Entretanto, destaco as três principais: o avanço da escolaridade, o acesso à qualificação profissional e a inclusão dos jovens no mercado de trabalho. Estas, estarão somadas à implantação de políticas de inclusão e cidadania, preservação da saúde e meio ambiente, possibilitando a esses jovens uma opção à marginalidade, que se encontra presente, cada vez mais, na sua realidade de vida.

Quais os planos da Secretaria para este ano?

- A fase atual da Pasta, criada pelo Governo Fogaça, é de construção, tanto na parte de organização como dos projetos a serem implementados. Primeiro, é necessário que se estabeleçam instrumentos de diálogo com os mais diversos setores da juventude porto-alegrense. E para que isso aconteça, estamos formalizando um convênio de cooperação e serviços com o Centro de Estudos e Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Cepa Ufrgs) para realizar uma ampla consulta na Capital, que irá mapear o que se faz e quem executa políticas voltadas aos jovens de Porto Alegre. A pesquisa também pretende identificar os grupos, tribos e todos aqueles que de alguma forma integram esse segmento da comunidade.

Ainda na etapa de liberação orçamentária, que só em 29 de abril passado, por meio de um decreto do prefeito, suplementou os recursos para o pagamento de pessoal, estamos buscando viabilizar os investimentos para a manutenção física, aquisição de equipamentos de informática, bem como para o desenvolvimento de projetos como o Juventude em Foco, que se propõe a abrir um amplo debate regional e temático sobre políticas públicas para a Juventude. Queremos oportunizar uma ampla discussão, que além de nortear propostas práticas e objetivas sobre os temas prioritários para os jovens, possam consolidar a formação do Conselho Municipal da Juventude. O primeiro painel do Juventude em Foco está programado para o dia 7 de julho, e irá debater a questão das drogas, suas causas, efeitos, conseqüências e ações preventivas e de combate a disseminação desse mal que causa tantos problemas à sociedade.

Outro projeto da SMJ é a continuação da Tenda da Juventude, proposta de atividade cultural, educativa e de orientação profissional, lançada por ocasião do Aniversário de Porto Alegre, em março de 2005. A Tenda será levada às diversas regiões da cidade, procurando a valorização de cada comunidade onde irá se instalar, sempre aos finais de semana, em praças e parques. Além disso, outra importante missão que já está em andamento na SMJ, é a parceria da prefeitura com o governo federal para a implantação do ProJovem em Porto Alegre. O projeto destina-se a atuar em três campos: o da aceleração da escolaridade, propiciando a jovens entre 18 e 24 anos a conclusão do ensino fundamental, a qualificação profissional e a participação em atividades de ação social na comunidade. Na primeira etapa, 1,2 mil jovens da Zona Norte da Capital serão atendidos. A expectativa é de que, neste ano, 7,2 mil sejam atendidos em seis regiões de Porto Alegre.

Como está a integração da pasta como as outras secretarias municipais?

- Estamos, aos poucos, conquistando o nosso espaço na administração municipal. Deve-se ressaltar, no entanto, que para uma secretaria recém criada, algumas dificuldades operacionais ainda se impõem, o que não tem impedido a participação ativa da SMJ no debate dos mais diversos temas da cidade, sempre que solicitada. No caso do ProJovem, por exemplo, é a Secretaria da Juventude quem coordena o comitê gestor, criado pelo prefeito, com a participação de dez secretarias. Em outros casos a SMJ é
integrante de comitês semelhantes, coordenados por outras pastas. Vejamos, por exemplo, que a implantação do projeto piloto da Tenda da Juventude só foi possível graças a integração com as secretarias da Cultura, da Saúde, e da participação da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC), que dispuseram de estrutura e programas já existentes em suas áreas de atuação.

Haverá um Conselho Municipal da Juventude?

- Sim. Ele está previsto na lei que criou a SMJ. Só que desejamos implantá-lo somente após um amplo debate com a sociedade porto-alegrense, incluindo aí todos os segmentos da juventude previamente identificados ou que se apresentarem para a discussão. Faremos um grande chamamento para esse debate. É importante que todos participem e, de alguma forma, ao final, sintam-se representados no novo conselho que a juventude colocará a disposição da cidade. Esse será um espaço protagonista, de participação cidadã dos jovens nas questões pertinentes, não só a sua faixa etária, como a todo o município. Queremos que o Conselho, juntamente com a SMJ mostrem o potencial produtivo dos jovens e o quanto podemos colaborar para o desenvolvimento sustentável de Porto Alegre.

Como está a articulação da Secretaria com as entidades que desenvolvem trabalhos junto aos jovens?

- Estamos procurando, na medida do possível, nessa fase inicial, onde a nossa estrutura ainda é deficitária, conversar com diversas entidades. Nosso plano, como já mencionei anteriormente, é realizar um amplo debate,organizado e propositivo, em que as experiências, sugestões e críticas aflorem e contribuam para a elaboração do plano definitivo do primeiro ano de trabalho da SMJ. Temos idéias e projetos que estão sendo formatados por nossa equipe, porém, se faz necessária a ampla discussão com a sociedade para que essas propostas efetivamente se tornem viáveis e sejam aceitas por todos.


Fonte: Site da Organizaçãp Brasileira de Juventude (OBJ).



Escrito por MH2O do Brasil às 08h29
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