Contra a brutalidade da redução da Maioridade Penal

A sociedade discute se os menores infratores devem ser punidos como adultos. Para você, a solução é mudar a lei ou melhorar a educação?


 
 
Fotos divulgação
Não acho bacana misturar adolescentes de 16 anos com pessoas mais velhas, que estão há muito tempo no presídio. Se isso acontecer, a pessoa deve sair pior do que entrou
Luís Otávio, ator do filme Cidade de Deus (acima, como o personagem Buscapé)

Q uando se fala em tomar medidas legais para combater a criminalidade, inevitavelmente vem à tona a discussão sobre a redução da maioridade penal — a idade em que, diante da lei, um jovem passa a responder inteiramente por seus atos, como os cidadãos adultos. Existem atualmente no Congresso Nacional 54 projetos de lei com esse objetivo. O assunto voltou com força ao noticiário depois do assassinato de um casal de namorados em São Paulo, em novembro passado. O principal suspeito de ter arquitetado e cometido o crime, com métodos cruéis, é um rapaz de 16 anos.
Numa pesquisa do Instituto Sensus, de Minas Gerais, divulgada no fim de 2003, 88% dos entrevistados apoiaram uma reforma nas leis que reduza para 16 anos a responsabilidade criminal no país. O Site do Professor também realizou um levantamento informal sobre o assunto e 75% dos internautas que decidiram participar se manifestaram pela maioridade penal aos 16. Como se vê, a idéia conta com o apoio de uma expressiva maioria da população.
Por que tanta gente está disposta a empunhar essa bandeira? Os que defendem a redução da maioridade penal acreditam que os adolescentes infratores cometem crimes porque não são suficientemente punidos. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é considerado tolerante demais com a delinqüência e portanto não cumpriria sua função de intimidar os jovens que pensam em transgredir a lei. Além disso, supõe-se que o número de crianças e adolescentes infratores esteja aumentando vertiginosamente, e que essa tendência só poderá ser revertida com a adoção de medidas repressivas.
Soldados do tráfico
É verdade que jovens cada vez mais novos são recrutados por criminosos adultos — sobretudo os chefes e subchefes do tráfico de drogas — para atuar em suas quadrilhas. São personagens que o livro Cidade de Deus, de Paulo Lins, e depois o filme de Fernando Meirelles apresentaram ao mundo: "vapores" (que fazem ligação entre os traficantes e os usuários de drogas), "aviões" (que levam a droga para fora das favelas), "fogueteiros" (vigilantes que soltam rojões para anunciar a chegada da polícia ou do carregamento de droga) e "soldados" (seguranças de pontos de venda).
Em parte é a relativa impunidade que leva o tráfico a procurar "empregados" nessa faixa etária, uma vez que o ECA prevê no máximo três anos de reclusão para menores infratores. Outros motivos que influem na preferência dos traficantes pela mão-de-obra infantil são uma suposta impulsividade característica da idade e o fascínio que a carreira criminosa exerce sobre os jovens. "O tráfico seduz porque promete mais dinheiro, mais respeito e mais força dentro de comunidades em que o contexto familiar se tornou muito vulnerável", diz o geógrafo Jailson de Souza e Silva, doutor em educação e líder comunitário do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.
Diante dessa mistura de ambição de consumo, acesso a armas e ousadia (freqüentemente associada à idéia de que não há nada a perder), não é de surpreender que a figura do "adolescente em conflito com a lei", como é chamado oficialmente, provoque tanto pavor. Também é compreensível que esse sentimento seja comum entre os professores, para quem a situação inspira impotência, uma vez que a escola deveria ser um dos antídotos para a sedução do crime. Mesmo assim, o quadro é menos sombrio do que se costuma crer: as estatísticas mostram que os homicídios cometidos por menores de 18 anos estão bem abaixo de 10% do total do país.


Escrito por MH2O do Brasil às 10h46
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Fotos divulgação
Jovens a serviço do tráfico de drogas no filme de Fernando Meirelles: imagem difundida não é a da maioria
 
Pena de internação
 
Uma crítica comum às leis brasileiras refere-se à idéia de que, ao agir, os menores de 18 anos não têm o mesmo grau de consciência que os adultos. Os que querem a redução da maioridade penal freqüentemente afirmam que, nos dias de hoje, um jovem de 16 anos sabe bem o que faz. "Se vemos crianças de 10 anos executando gente, devemos tratá-las como se não entendessem o crime que cometem?", pergunta Paulo José da Costa Júnior, professor de direito penal da Universidade de São Paulo, que diz conduzir uma cruzada pela redução da maioridade penal no Brasil desde 1969. Para reforçar seu argumento, ele lembra que segundo a legislação eleitoral o jovem de 16 anos tem discernimento suficiente para votar, mas que a lei penal entende o oposto.
De acordo com a legislação brasileira, apenas as crianças até 12 anos são inimputáveis — isto é, não podem ser julgadas ou punidas pelo Estado. Se cometerem crime, nada sofrerão. De 12 a 18 anos, o jovem infrator será levado a julgamento numa Vara da Infância e da Juventude e está sujeito a várias punições: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, inserção em regime de semiliberdade e internação em estabelecimento educacional.
A internação é a opção mais comum. Na prática, os estabelecimentos educacionais que a lei menciona são instituições como a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem), de São Paulo. Em geral, elas se assemelham mais a prisões do que a escolas e foram concebidas antes do início da vigência do ECA, em 1990. A freqüência à escola propriamente dita é obrigatória para os jovens que cumprem as penas em regime de liberdade assistida ou semiliberdade. O primeiro é aquele em que o adolescente não é internado em instituição alguma mas deve se apresentar diariamente a um adulto designado para acompanhar seu comportamento. Em semiliberdade, o jovem infrator passa apenas um período do dia recolhido a uma instituição como a Febem.


Escrito por MH2O do Brasil às 10h45
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Uma experiência que está dando certo
A escola deve se democratizar. E isso acontece quando ela abre o espaço para os alunos de modo que eles se sintam participantes e percebam que têm valor. O objetivo do trabalho em nossa escola é valorizá-los. Abrimos nossas portas grupos de teatro e de dança e colocamos os equipamentos à disposição para aulas de informática. Esse é o primeiro passo para a prevenção da delinqüência. A iniciativa ajudou muito nossos alunos, inclusive aqueles em situação de risco e os que estão sob regime de liberdade assistida. As crianças passam a ver a escola de outro ângulo, não apenas como o lugar onde se estuda, porque muitas associam essa função, isoladamente, a uma atividade chata e sem atrativos.
Os estudantes daqui começaram a ver possibilidades e propostas de vida na escola que antes não viam. Alguns passam horas no prédio desenhando ou construindo coisas de que a gente precisava.
Como gostam do ambiente, passam a cuidar dele e até as paredes começaram a pintar. Eles podem escolher o que fazer. Um adolescente aprendeu a digitar e me ajudou na coordenação. Outro quis trabalhar na cozinha e umterceiro cuida da portaria. Nós mudamos o nosso olhar em relação aos alunos e eles também mudaram o deles com relação à escola e à vida.
Evaldo Bispo Santana é coordenador pedagógico da Escola Estadual Cohab Bairro dos Pimentas II, em Guarulhos (SP)
 
Convivência nociva
 
"As unidades de internação do tipo Febem costumam ser idênticas a prisões", diz o advogado João Pedro Pereira Brandão, que acompanha processos judiciais relacionados a adolescentes como coordenador de projetos do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud). "Minha experiência permite dizer que muitas vezes os jovens são punidos mais severamente do que os adultos."
Quando compara a Febem a prisões, Brandão se refere, entre outras coisas, à superlotação, às más condições estruturais e à ameaça permanente de rebelião. Desse modo, as instituições para menores infratores constituem, quase sempre, escolas de crime, tanto quanto os presídios de adultos. As pessoas contrárias à redução da maioridade penal advertem que, se ela for aprovada, adolescentes infratores, quando presos, passarão a conviver com criminosos veteranos.
Um dos pontos mais criticados do ECA é o limite máximo de três anos de internação, não importa qual tenha sido o delito cometido. Alguns países, como os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, consideram a gravidade do delito mais importante do que a idade do autor. Esse princípio permite à justiça norte-americana aplicar até a pena de morte a crianças. A maioria dos países da Europa e das Américas, porém, adota legislação especial para os cidadãos menores de 18 anos.
"Ao defender uma posição raivosa contra a revisão do ECA, os movimentos sociais se recusam a discutir outros pontos de vista e se afastam da opinião pública", afirma Silva, em referência às pesquisas que mostram a maioria da população a favor de mudanças na lei. Ele é contra a redução da maioridade penal, mas apóia a revisão do limite máximo de três anos de internação.


Escrito por MH2O do Brasil às 10h43
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Direito à educação
A polêmica não se encerraria, no entanto, com a discussão de revisões isoladas do estatuto. O princípio básico da lei — o de que pessoas até 18 anos estão em fase de formação e por isso devem ser objeto de mecanismos de proteção — é questionado por muitos. Silva, ao contrário, o defende: "O ECA foi um grande avanço. Antes, crianças e adolescentes eram vistos como propriedade dos pais, que poderiam até espancá-los. Hoje eles são sujeitos de direitos como os demais cidadãos".
Um deles, expresso no texto do ECA, é o direito à educação, um assunto intimamente relacionado com o adolescente infrator. Segundo pesquisa do governo federal, 96,6% dos jovens que cometeram algum delito não concluíram o Ensino Fundamental. Estatísticas também mostram que o grau de incidência de infrações está diretamente relacionado à carência social das comunidades em que ocorrem. "É tarefa da escola dar aos alunos uma concepção cidadã do ser humano que não se restrinja a seu papel de consumidor", diz Silva. "E para isso ela tem que estar vinculada à comunidade."
Desafio da escola é incluir todos os alunos
São dois os papéis da escola quando se trata do envolvimento do adolescente num ato infracional. O primeiro é de caráter preventivo, com a promoção de uma cultura de paz e tolerância, por meio de uma sólida formação para os valores. O segundo é receber o adolescente que já se tornou um infrator e retorna à vida de estudante. A atitude básica da escola nesse caso deve ser de inclusão. O sistema de ensino precisa se preparar para lidar melhor com esses jovens e os problemas que trazem consigo. A educação é um direito de todos, sem exceção, e o adolescente que tenha um conflito com a lei não pode ser excluído. Nós, educadores, somos preparados para lidar com crianças e jovens que não apresentam problemas de conduta. Se olharmos a realidade atual, no entanto, percebemos claramente que crianças e adolescentes em situação de risco fazem parte da clientela da educação. Professores, diretores, supervisores e orientadores não recebem capacitação específica para lidar com esse contexto. Essa é uma grande falha das redes pública e particular de ensino. Nós temos de ser preparados para não separar o jovem de seu meio. A escola deve ser capaz de acolher o aluno e sua realidade familiar, comunitária ou cultural. Hoje, infelizmente, a regra geral é eliminar o problema pela exclusão do jovem.
Antonio Carlos Gomes da Costa é pedagogo e consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Foi redator do Estatuto da Criança e do Adolescente

    Fonte: Revista Nova Escola.

 



Escrito por MH2O do Brasil às 10h41
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Conselho Nacional de Juventude

 

 

 

Só faltava essa!

 

Conselheiros Nacionais de Juventude querem prorrogar seu já questionável mandato

 

 

E atenção: O “Mandato Biônico” dos conselheiros do Conselho Nacional de Juventude termina em Agosto de 2007. Mas já se fala e trama a prorrogação deste mandato até abril de 2008. Em se tratando de pessoas que aceitaram participar de um conselho nacional de juventude, indicados pelo governo e sem passar pela a provação do conjunto das juventudes do País, nenhuma surpresa.

 

È bom lembrar que o Ceará tem três conselheiros no CNJ, e nos interessa muito saber seu posicionamento.

 

Resta a nós, lamentar, denunciar e mobilizar para evitar mais esse atentado contra a democracia e a juventude.

 

Realmente, lamentável.

 

 

Coordenação Institucional do MH2O do Brasil



Escrito por MH2O do Brasil às 16h17
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A Primeira resposta é diplomática

MH2O do Brasil responde "diplomáticamente"

a ataques de Bárbara Garcia na Folha de São Paulo

Cara Bárbara, sou Johnson Sales, Coordenador Institucional do Movimento Hip Hop Organizado do Brasil e Fellow da Rede Ashoka Empreendedores Sociais. E gostaria de lhe falar que seu artigo tem causado bastante desconforto para todas as pessoas que conhecem a importância social e cultural do Hip Hop. E pediria que você pudesse conhecer um pouco mais sobre este tema, até para poder fazer um juízo mais justo sobre o assunto. realmente se os projetos de Hip Hop que o Ministério da Cultura apóia, formassem imitações de Snoop Dog, ou caricaturas do Rap sexista americano, você estaria com a razão.

Mas não é disto que se trata. Os projetos trabalham com formação cultural, criação de bibliotecas e incentivo a leitura, informática e geração de emprego e renda, sempre tendo no Hip Hop o elemento mobilizador. 

A Organização em que milito atua a partir do Hip Hop com a incubação de pequenas Empresas de Indústria Criativa com jovens da periferia e se apóia na visão de um Mercado Alternativo à base de Hip Hop. O Hip Hop Movimenta no Mundo só com a venda de discos 1,6 milhão de dólares. Se pelo menos parte disto puder ser revertido para a inclusão econômica e social da juventude periférica, poderemos estar criando uma alternativa ao tráfico e à criminalidade.

Também no aspecto cultural, você deve conhecer os trabalhos realizados sobretudo no Nordeste, onde o Rap se mistura ao repente e o Break a danças como o coco e outras e o Grafite é trabalhado com elementos como a xilogravura e a temática regional. Nestas experiências a musicalidade do RAP enriquece outras tendências e se beneficia das mesmas, gerando um autêntico Hip Hop Brasileiro. Poderia te falar de muitas outras coisas. Mas creio que isto pode ajudá-la a conhecer um pouco mais do tema. Não me leve a mal. Não concordo que devamos ofendê-la e ou destratá-la porque você emitiu uma opinião que nos desagrada. Prefiro tentar contribuir para melhorar sua visão sobre o Hip Hop e quem sabe ainda vê-la escrevendo coisas positivas sobre nosso Movimento.

 

Se ainda tiver paciência e disposição, te envio este LINK: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip_Hop_Brasil sobre nossas atividades, inclusive as de inclusão econômica. E se for possível, gostaria de saber sua opinião. Mesmo escrevendo só um parágrafo para nosso e-mail.

 

Obrigado pela atenção.

Um salve respeitoso,

 

Johnson Sales - Coordenador Institucional do Movimento Hip Hop Organizado do Brasil e Fellow da Rede Ashoka Empreendedores Sociais.

 

 



Escrito por MH2O do Brasil às 17h59
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Hip Hop atacado na Folha de São Paulo

Bárbara garcia ataca Hip Hop na Folha de São Paulo


BARBARA GANCIA

Cultura de bacilos

Se usamos verbas públicas para ensinar hip-hop, rap e funk, por que não incluir na lista axé ou dança da garrafa?

N ESTA SEMANA , na esteira da visita do ministro da Cultura, Gilberto Gil, a Austin, no Texas, onde foi falar sobre cultura digital e tópicos correlatos, o correspondente do jornal "The New York Times", Larry Rohter (ele, sempre ele), produziu uma reportagem intitulada "Governo brasileiro investe em cultura hip-hop".
Nela, Rohter conta ao seu leitor norte-americano que, no Brasil, o governo está empregando o dinheiro do contribuinte para disseminar a "cultura hip-hop" entre jovens da periferia. Diz ele que, por ter sido boicotado muitas vezes no início da carreira, Gil "sente certa afinidade" por esses movimentos musicais, e que, por isso, concebeu o programa Pontos de Cultura do Brasil, que distribui doações de cerca de US$ 60 mil a grupos comunitários das periferias, a fim de desenvolver "novas formas de expressão da latente criatividade dos pobres do país".
Em um país em que o presidente da República acha espirituoso falar em "ponto G" em coletiva de imprensa, distribuir dinheiro público para ensinar a jovens carentes as técnicas do grafite ou a aspirantes a rapper como operar pick-ups, pode até parecer coisa natural. Mas eu pergunto: a que ponto chegamos? Desde quando hip-hop, rap e funk são cultura? Se essas formas de expressão merecem ser divulgadas com o uso de dinheiro público, por que não incluir na lista o axé, a música sertaneja ou, quem sabe, até cursos para ensinar a dança da garrafa? O axé, ao menos, é criação nossa. Ao contrário do hip-hop, rap e funk, que nasceram nos guetos norte-americanos.
Na última quarta-feira, em meu comentário diário na rádio BandNews FM, tomei a liberdade de dizer o que pensava sobre esse lixo musical que, entre outros atributos, é sexista, faz apologia à violência e dói no ouvido. Para quê? Imediatamente a caixa postal eletrônica da rádio foi inundada por protestos tachando-me de racista e fascista.
Sei, sei. Quer dizer que se eu afirmar que a música sertaneja é uma porcaria alienante, tudo bem. Mas se disser que usar boné de beisebol ao contrário na cabeça, calça abaixada na cintura com a cueca aparecendo e tênis de skatista é coisa de colonizado que nem mesmo sabe direito o que o termo hip-hop (um e-mail se referia à musica "rip-rop") significa, sou racista e fascista?
No texto de Larry Rohter, o antropólogo Hermano Vianna afirma que Gilberto Gil olha para o hip-hop, o funk e o rap "não com preconceito, mas como se fossem oportunidades de negócios". Não entendo muito de comércio, mas será que produzir uma legião de grafiteiros e de DJs é "oportunidade de negócio"?
Por anos, fiz com o mestre Silvio Luiz um programa de esportes chamado "Dois na Bola". Uma vez por semana, nós apresentávamos um grupo musical. Cansamos de receber artistas do hip-hop que hoje estão aí com música na trilha sonora da novela. E vira e mexe, depois de eles terem passado pelo programa, descobríamos, para nosso espanto, que os tais gênios musicais eram ligados ao tráfico de drogas.
Alô, ministro Gil! Não seria mais produtivo ministrar nas favelas um curso de um único livro de Machado de Assis ou Guimarães Rosa, do que dar força para a molecada virar uma paródia de Snoop Doggy Dogg?

barbara@uol.com.br



Escrito por MH2O do Brasil às 17h54
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POA tem Secretaria Municipal de Juventude

A Importância de uma secretaria Municipal de Juventude
 
 

Entrevista com o Secretário Municipal de Juventude de Porto Alegre,


 


Pela primeira vez, Porto Alegre terá sua Secretaria Municipal de Juventude. Entre as propostas da nova secretaria, está a criação do 1º Fórum Municipal de Políticas Públicas para a Juventude, que será realizado a partir de um debate com diversas tribos da Capital. Seu secretário, o economista Mauro Zacher, 29 anos, fala das dificuldades enfrentadas nesse início dos trabalhos e dos projetos da Pasta.

Qual a importância de Porto Alegre ter pela primeira vez uma Secretaria de Juventude?

- A importância de se ter uma secretaria destinada a tratar dos temas específicos da juventude é algo que demonstra a visão de futuro de uma administração pública. Está presente nas mais modernas gestões públicas de países desenvolvidos e que, recentemente, no Brasil, começou a ser adotada,com a criação da Secretaria Nacional, em dezembro de 2004. E foi com essa filosofia, que Porto Alegre foi a primeira, entre as capitais brasileiras, a criar uma secretaria que, especificamente, viesse a estudar e elaborar políticas públicas voltadas a esse segmento cada vez maior em nossa sociedade.

O tema é amplo e muitas razões para a sua criação poderiam, aqui, ser expostas. Entretanto, destaco as três principais: o avanço da escolaridade, o acesso à qualificação profissional e a inclusão dos jovens no mercado de trabalho. Estas, estarão somadas à implantação de políticas de inclusão e cidadania, preservação da saúde e meio ambiente, possibilitando a esses jovens uma opção à marginalidade, que se encontra presente, cada vez mais, na sua realidade de vida.

Quais os planos da Secretaria para este ano?

- A fase atual da Pasta, criada pelo Governo Fogaça, é de construção, tanto na parte de organização como dos projetos a serem implementados. Primeiro, é necessário que se estabeleçam instrumentos de diálogo com os mais diversos setores da juventude porto-alegrense. E para que isso aconteça, estamos formalizando um convênio de cooperação e serviços com o Centro de Estudos e Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Cepa Ufrgs) para realizar uma ampla consulta na Capital, que irá mapear o que se faz e quem executa políticas voltadas aos jovens de Porto Alegre. A pesquisa também pretende identificar os grupos, tribos e todos aqueles que de alguma forma integram esse segmento da comunidade.

Ainda na etapa de liberação orçamentária, que só em 29 de abril passado, por meio de um decreto do prefeito, suplementou os recursos para o pagamento de pessoal, estamos buscando viabilizar os investimentos para a manutenção física, aquisição de equipamentos de informática, bem como para o desenvolvimento de projetos como o Juventude em Foco, que se propõe a abrir um amplo debate regional e temático sobre políticas públicas para a Juventude. Queremos oportunizar uma ampla discussão, que além de nortear propostas práticas e objetivas sobre os temas prioritários para os jovens, possam consolidar a formação do Conselho Municipal da Juventude. O primeiro painel do Juventude em Foco está programado para o dia 7 de julho, e irá debater a questão das drogas, suas causas, efeitos, conseqüências e ações preventivas e de combate a disseminação desse mal que causa tantos problemas à sociedade.

Outro projeto da SMJ é a continuação da Tenda da Juventude, proposta de atividade cultural, educativa e de orientação profissional, lançada por ocasião do Aniversário de Porto Alegre, em março de 2005. A Tenda será levada às diversas regiões da cidade, procurando a valorização de cada comunidade onde irá se instalar, sempre aos finais de semana, em praças e parques. Além disso, outra importante missão que já está em andamento na SMJ, é a parceria da prefeitura com o governo federal para a implantação do ProJovem em Porto Alegre. O projeto destina-se a atuar em três campos: o da aceleração da escolaridade, propiciando a jovens entre 18 e 24 anos a conclusão do ensino fundamental, a qualificação profissional e a participação em atividades de ação social na comunidade. Na primeira etapa, 1,2 mil jovens da Zona Norte da Capital serão atendidos. A expectativa é de que, neste ano, 7,2 mil sejam atendidos em seis regiões de Porto Alegre.

Como está a integração da pasta como as outras secretarias municipais?

- Estamos, aos poucos, conquistando o nosso espaço na administração municipal. Deve-se ressaltar, no entanto, que para uma secretaria recém criada, algumas dificuldades operacionais ainda se impõem, o que não tem impedido a participação ativa da SMJ no debate dos mais diversos temas da cidade, sempre que solicitada. No caso do ProJovem, por exemplo, é a Secretaria da Juventude quem coordena o comitê gestor, criado pelo prefeito, com a participação de dez secretarias. Em outros casos a SMJ é
integrante de comitês semelhantes, coordenados por outras pastas. Vejamos, por exemplo, que a implantação do projeto piloto da Tenda da Juventude só foi possível graças a integração com as secretarias da Cultura, da Saúde, e da participação da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC), que dispuseram de estrutura e programas já existentes em suas áreas de atuação.

Haverá um Conselho Municipal da Juventude?

- Sim. Ele está previsto na lei que criou a SMJ. Só que desejamos implantá-lo somente após um amplo debate com a sociedade porto-alegrense, incluindo aí todos os segmentos da juventude previamente identificados ou que se apresentarem para a discussão. Faremos um grande chamamento para esse debate. É importante que todos participem e, de alguma forma, ao final, sintam-se representados no novo conselho que a juventude colocará a disposição da cidade. Esse será um espaço protagonista, de participação cidadã dos jovens nas questões pertinentes, não só a sua faixa etária, como a todo o município. Queremos que o Conselho, juntamente com a SMJ mostrem o potencial produtivo dos jovens e o quanto podemos colaborar para o desenvolvimento sustentável de Porto Alegre.

Como está a articulação da Secretaria com as entidades que desenvolvem trabalhos junto aos jovens?

- Estamos procurando, na medida do possível, nessa fase inicial, onde a nossa estrutura ainda é deficitária, conversar com diversas entidades. Nosso plano, como já mencionei anteriormente, é realizar um amplo debate,organizado e propositivo, em que as experiências, sugestões e críticas aflorem e contribuam para a elaboração do plano definitivo do primeiro ano de trabalho da SMJ. Temos idéias e projetos que estão sendo formatados por nossa equipe, porém, se faz necessária a ampla discussão com a sociedade para que essas propostas efetivamente se tornem viáveis e sejam aceitas por todos.


Fonte: Site da Organizaçãp Brasileira de Juventude (OBJ).



Escrito por MH2O do Brasil às 08h29
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Porto Alegre contra as pixações

Enquanto isso no Rio Grande do Sul...

Expressão Urbana

Oficinas e palestras

orientam jovens sobre danos das pichações

 

O projeto Expressão Urbana, realizado pela Prefeitura, através das secretarias da Juventude, Educação e Fasc, em parceria com a Rede Bandeirantes de Comunicação, deverá ser retomado e ampliado em 2007. Essa é uma decisão tomada pelo Secretário Municipal da Juventude que espera poder oferecer a um maior número de jovens a oportunidade de participar das oficinas de grafitagem e orientações sobre a importância da preservação do patrimônio da Capital. Em 2006, o projeto contemplou as comunidades da Zona Sul da Capital, com atividades nas escolas Monte Cristo, Morro da Cruz, Ildo Meneghetti e Lidovino Fanton.
 
A série de oficinas levou aos jovens das escolas municipais da Capital técnicas de grafitagem, incentivando- os a ter uma visão artística, buscando, assim, coibir a vocação que muitos têm para a pichação em espaços públicos. Além das oficinas, a iniciativa, contemplou também o debate com os jovens sobre a diferença entre pintura, grafismo e pichação. "Os pichadores destroem a beleza da cidade. O grafite, além de simbolizar as artes plásticas no movimento hip-hop, serve como porta de entrada para muitas pessoas que necessitam dessa arte para sobreviver", destacou o dj Piá, comunicador da Rádio Ipanema.
 
Conforme o Secretário Municipal da Juventude, Mauro Zacher , os jovens devem direcionar toda a sua disposição para criar arte com o conhecimento técnico e em locais adequados que podem, inclusive, ser fonte de geração de renda. “É só tomarmos como exemplo o trabalho realizado no Rio pelo grupo AfroReggae e tantos outros na Bahia, que utilizam o grafite como um meio de atração turística para as comunidades de periferia”, lembrou.
 

Grupo de trabalho combate pichações e depredações

Pichar e destruir o patrimônio da cidade não tá com nada. E a secretaria Municipal da Juventude (SMJ), em conjunto com outros órgãos do município está participando de um grupo de trabalho, sob a coordenação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, desde maio busca encontrar meios para reduzir os estragos causados por essa prática danosa à sociedade. Algumas importantes medidas, que já obtiveram resultados positivos, foram tomadas pela Prefeitura e instituições parceiras, como a criação do disk pichação, através do número 153, e pelos órgãos da segurança pública do Estado que centralizam todas as ocorrências policiais dessa natureza. A SMJ também tem oferecido aos jovens que desejam utilizar as técnicas do grafite de forma artística, espaços para grafitagem, além de projetos de conscientizaçã o e oficinas em eventos e em escolas. Informações pelo fone: 3289.1729

Contar com uma Secretaria Municipal de Juventude, faz a diferença.

 



Escrito por MH2O do Brasil às 08h22
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reverberando

Sobre a Matéria "CNJ discute sua Democratização"

Hip Hop de Goiás se posiciona

CONCORDO NA MAIORIA DAS COLOCAÇÕES FEITAS PELO MH2DOBRASIL ( JHOSON) E DIDO
MAIS;
NENHUM DESTES "ESCOLHIDOS"  ESTÃO AUTORIZADOS A FALAR EM NOME DO MOVIMENTO
HIP HOP ORGANIZADO DO ESTADO DE GOIÁS - UMH2OGO.
O QUE ESTA ACONTECENDO É SIMPLESMENTE O COMEÇO DE UMA GRANDE CRISE DENTRO DO
MOVIMENTO HIP HOP DO BRASIL. GRAÇAS AO EGO DE ALGUMAS PESSOAS QUE QUEREM SE
ALIMENTAR CADA VEZ MAIS DE SUCESSO...

QUE ESTAS NÃO FIQUEM PRIVADAS, POIS TEMOS QUE TOMAR ATITUDES, JA É TEMPO E
HORA

Concordo na maioria das colocações e acrecento; que estamos sendo
esquecidos a marguem das
discursões  e que ninguém destes  "escolhidos" tem a autorização de falar
por mim nem pelo movimento hip hop organizado do estado Goiás

Willian Rodrigues dos Santos
dj fox
militante há 20 anos do movimento hip hop organizado do estado de Goiás
e Presidente da CECOPPI_GO  Centro de Estudos,Combate e Prevenção a
Prostituição Infantil.



Escrito por MH2O do Brasil às 07h59
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CNJ

E por falar em Conselho de Juventude...

 

 

CNJ discute sua Democratização

 

 

Em tempos de importantes debates à cerca do Conselho Municipal de Juventude de Fortaleza e do Conselho Estadual de Juventude do Ceará. Não dá pra deixar passar despercebido o Conselho Nacional de Juventude (CNJ).

 

Composto por conselheiros “Biônicos” indicados pelo Governo Federal, que onde não indicou diretamente o Conselheiro como no caso do Hip Hop que impôs o MV Bill, indicou a Organização que escolheu o conselheiro.

 

Tal modelo de “escolha” de conselheiros gerou um conselho pouco relevante em relação à base do Movimento Juvenil e em muitos casos com conselheiros ausentes das principais discussões do meio.

 

A grande maioria dos conselheiros representa apenas os interesses de suas próprias Organizações junto ao Conselho e ao Governo Federal e não mantêm nenhum canal de discussão e ou Feedback com o conjunto das Juventudes e Movimentos do setor que “representa” no Conselho.

 

Muitos alegaram e alegarão que aceitaram participar de forma “biônica” do CNJ para, uma vez dentro, lutar pela democratização do mesmo. A estes, o benefício da confiança, embora bastante questionável este método de construir democracia aderindo a processos antidemocráticos e de características muito próximas ao fisiologismo político.

 

E o que chama a atenção, é que o CNJ encontra-se mobilizado para discutir sua “democratização”. Ou seja, os conselheiros estão reunidos, longe do conjunto das Organizações e Juventudes do País para discutir o processo de eleição de Conselheiros do CNJ.

 

Novamente não se viu até então, nenhuma autocrítica pública do Governo Federal sobre o método de indicação dos atuais Conselheiros e nem dos mesmos, em relação à conivência com tal forma de composição do CNJ.

 

O que se agrava com a forma em que se está discutindo possíveis mudanças nessa realidade. Pois ao invés de promover uma ampla consulta em nível nacional com plenárias, congressos e ou seminários regionais nos vários estados e regiões do País, para que as Juventudes, organizações e Jovens pudessem opinar e pela base modificar a forma antidemocrática de escolha de Conselheiros. O CNJ opta por discutir internamente esse processo, e novamente, a grande maioria das juventudes do Brasil estão até o momento, passando longe das discussões à cerca de seu próprio Conselho Nacional.

 

Fica então a manifestação pública de descontentamento e protesto em relação a essa situação e a cobrança firme aos Conselheiros Nacionais de Juventude para que



Escrito por MH2O do Brasil às 14h43
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trabalhem para ampliar essa discussão e trazê-la até a base dos Movimentos Sociais e Juventudes por todo o Brasil.

 

E ao CNJ fica a sugestão de realizar Conferências Estaduais e Regionais de Juventude para discutir o modelo, os critérios, prazos e datas das eleições, e realizar o Processo Eleitoral que definirá os novos Conselheiros Nacionais de Juventude.

 

Sabemos que muitos não gostam que se critique publicamente tais práticas. Porém, se convencionou brincar com a democracia, principalmente em processos que envolvem a juventude e seus espaços de representação. E não mais é admissível o silêncio a esse respeito, sob pena de beirar a cumplicidade.

 

Também haverá quem nos acuse de “atirar para todos os lados”, fazer confusão, querer ser “Metralhadora Giratória” e ou “os donos da razão”. Não é isto o que pretendemos. Apenas, são poucos os que têm se manifestado em contrário a essa onda de precarização da democracia e da participação da Juventude, nos já escassos espaços tão duramente conquistados pelos jovens. O que termina por nos obrigar a contestar tal situação nos diversos níveis que ela se manifesta.

 

Tarefa nada agradável quando se tem que criticar e chamar à responsabilidade à Gestões com as quais, se tem laços de identificação e compromisso. O que a nosso ver, só aumenta nossa responsabilidade e obrigação em tencioná-las e buscar exercer o Controle Social sobre as mesmas.

 

Aos vários amigos, hoje recrutados para a burocracia, mesmo que ainda militando por causas nobres e por um novo mundo, do alto de suas importantes funções institucionais, nos mais diversos gabinetes dos Governos Populares e Progressistas deste País. Não nos queiram mal. Apenas saibam que existem outras formas de luta, diferentes das que hoje vocês adotam. E que o Movimento pode sim, expressar publicamente opiniões e divergências à cerca de seus atos e posturas. Sem que tenhamos que nos declarar ou ser declarados por vocês como Inimigos. O Movimento não tem nenhuma obrigação de respeitar os limites impostos a vocês pela condição de gestores públicos em que se encontram. E sempre que for necessário, Teremos que exigir do estado, muito mais do que ele julga poder fazer.

 

 

"Que nossos esforços desafiem as impossibilidades.
Lembremo-nos de que as grandes proezas da Humanidade foram conquistas do que parecia impossível"

Charles Chaplin.

 

 

Um salve,

 

 

COORDENAÇÃO INSTITUCIONAL DO MH2O DO BRASIL

Johnson SalesCoordenador Institucional do Movimento Hip Hop Organizado do Brasil (MH2O do Brasil) e Fellow da Rede Mundial Ashoka Empreendedores Sociais.

 



Escrito por MH2O do Brasil às 14h41
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Em entrevista ao Jornal O Povo grupo "De Costa a Costa" fala de suas relações com o Hip Hop Militante

FOTO MARCOS CAMPOS
FOTO MARCOS CAMPOS
SHOW ESPECIAL
Outra rima

06/10/2006 02:46

Não basta só rimar. Para o Costa a Costa, o rap há de ser encarado em toda a sua musicalidade e demais possibilidades. O grupo é um dos destaques da programação do Pólo Luis Assunção, na Regional II, Cidade 2000. Reunindo rappers da costa oeste à leste de Fortaleza - daí o nome - o grupo leva poesia de rua à regional mais rica da cidade. Costa a Costa traz os MCs Preto B, Nego Gallo, Don L e Júnior D, mais o DJ Flip Jay.

"O grupo existe há três anos. De lá para cá, a gente fez o primeiro CD experimental com sete faixas. Conseguimos espaços como a Feira da Música, o primeiro (e único) Gueto Hip Hop do Ceará Music 2004, fomos indicados como o melhor grupo do Nordeste no prêmio Hutúz - o maior prêmio de hip hop do Brasil, que todo ano acontece no Rio", conta Preto B.

Em estúdio próprio, o Costa a Costa grava seus discos. O primeiro CD oficial está em fase de pré-produção. Longe da idéia de que rap é só rima e política. Nossa Alma, faixa que o grupo disponibilizou para a coletânea Ceará Original Soundtrack, é um brega-rap com naipe de metais destacados. E letra de desabafo, "esporro" mesmo. Genuinamente agressivo. "Nosso som tem a essência da rua, de trocar idéias olhando no olho. Mas queremos crescer com a música bem produzida. Até porque muita gente acha que quem canta rap não é artista", define B.

A preocupação com a sonoridade alivia a carga política. Costa a Costa participou do Fórum Nordestino de Hip Hop. Mas se coloca de forma independente aos movimentos hip hop em Fortaleza. "A gente tem conversa com o pessoal do MH2O, participamos do Fórum. Mas não passa muito disso. Não é que não acreditamos, mas há algumas práticas do movimento que a gente não concorda. Você aprende a fazer discurso e desaprende a fazer rima. Acho que com muito esforço dá para juntar uma coisa com a outra".


SERVIÇO
REGIONAL II - Shows do Costa a Costa (sábado, 7, às 21h) e outros artistas no Pólo Luis Assunção, da Regional II - Praça Rodrigues Sancho, na Rua Gilberto Studart s/n, Cidade 2000. Info.: 3254.1177



Escrito por MH2O do Brasil às 09h56
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MH2O do Rio de janeiro

MH2O do Rio de Janeiro e parceiros locais organizam Encontro para apresentar o Projeto MADUREIRA Frente & Verso (Rio de Janeiro) que realizará um amplo documentário sobre o bairro carioca de Madureira

"Encontro de apresentação do Projeto MADUREIRA Frente & Verso, uma realização dos produtores associados: CINEMANEIRO, NÚCLEO DE PESQUISA DE HISTÓRIA E MEMÓRIA SOCIAL - NPHMS e Movimento Hip Hop Organizado do Brasil - MH2O.
O encontro destina-se a promover o projeto entre pessoas, organizações e empresas interessadas na História do Bairro de Madureira.
O filme documentário será a culminância de oficinas de vídeo, música, pesquisa e empreendedorismo voltadas para jovens e adultos, inclui ainda uma Mostra de Cinema.
A idéia é realizar um documentário sobre o próprio bairro, manter viva a memória cultural local e estimular a formação de grupos de pesquisa e memória que trabalhem em arquivos e publicações escritas e também audiovisuais. Os próprios moradores e amigos do bairro farão o documentário desde a sua concepção até realização operacional."

tags: Rio de Janeiro RJ cultura-e-sociedade documentario-participativo madureira-zona norte-rio memoria-social pesquisa-de-historia projeto-socio-cultural



Escrito por MH2O do Brasil às 08h54
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MH2O participa de Fórum em São paulo

MH2O do Brasil discute o Empreendedorismo Social como profissão com estudantes Universitários de São Paulo

O I Fórum Universitário de Empreendedorismo Social foi realizado pela Conexão Social, em parceria com a Ashoka Empreendedores Sociais. O evento discutiu o empreendedorismo social como profissão e o jovem como agente de transformação social e contou com o Presidente da Fundação Ashoka, Bill Drayton, e três fellows Ashoka: Rodrigo Baggio, do CDI - Comitê para Democratização da Informática; Luciana Martinelli, da Aracati - Agencia de Mobilização Social; e Johnson Sales do MH20 – Movimento Hip Hop Organizado.

Fonte: Pro-Social - Gestão para Iniciativas Sociais: http://www.pro-social.org/paginas/noticias.php



Escrito por MH2O do Brasil às 08h33
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Um exemplo para o Brasil

Revista Estação Juventude traz matéria sobre o MH2O

Um exemplo 

hip-hop
Integrantes do Movimento Hip Hop Organizado do Brasil (ao lado). O movimento participa de vários programas governamentais, propondo e ajudando a implementar políticas de inclusão social.

Um movimento que faz acontecer

Quando foi fundado em 1989, em Fortaleza (CE), o Movimento Hip Hop do Brasil (MH2O) tinha como meta principal a organização juvenil para a conquista da cidadania. No começo, trabalhava com grupos de estudantes e equipes de dança, música e pintura de rua. Oito anos depois, o movimento cresceu e seus integrantes sentiram a necessidade de ampliar seu leque de ação. Nesta época, foi criada a ONG MH20 do Brasil, que passou a atuar em todo o país. Hoje, a MH20 está presente em 14 estados brasileiros, mantém projetos de parcerias com três ministérios e integra a Rede de Emprego de Jovens da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O movimento participa do Programa Seguran-ça nas Escolas, do Ministério da Justiça; do Projeto Cultura Viva, do Ministério da Cultura e, ainda, integra, como ONG Executora, o Projeto Primeiro Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego.

“O Nosso grande desafio é resgatar os jovens que estão excluídos para que participem da vida social. Com este propósito, interagimos com o Poder Público, propondo e ajudando na execução de políticas que retirem o jovem da condição de coitadinho ou perigoso e o ajudem a se tornar uma pessoa produtiva”, explica o articulador nacional do Movimento, Johnson Sales. Ele destaca que este projeto é um dos poucos existentes no país pensado e executado pelos próprios jovens.

http://www.projovem.gov.br/revista01/reportagemespecial.html



Escrito por MH2O do Brasil às 08h26
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O MH2U (Posse Universitária do MH2O do Brasil) apoia luta dos residentes da Universidade Federal do Ceará e tem sua primeira vitória ao lado dos estudantes da UFC:

O dia 13 de março foi marcado com muita união e luta dos estudantes residentes e outros grupos do movimento estudantil da Universidade Federal do Ceará. A manifestação teve a participação de 100 estudantes e demonstrou a necessidade urgente de melhorias das residências universitárias e a ampliação das vagas. Durante a manifestação, todos os estudantes subiram no gabinete do Reitor e formou-se uma comissão para negociar com o Pró-Reitor de Assuntos Estudantis, o Prof.° João Arruda. Essa comissão foi composta por COREU, PRECE, FEOP, DCE, DIRETORES DAS RESIDENCIAS, MOVIMENTO A CORRENTEZA, MH2U e a CASA DO ESTUDANTE DO CEARÁ.

O que foi firmado com a PRAE:

§          Garantia do R.U. para os 86 estudantes que solicitaram a residência universitária;

§          Reforma imediata das residências (2142; 2216; 1601 e o teto da 140);

§          Foi garantida a reposição de mobília para as residências;

§          Foi proposto pela comissão alugar casas através dos recursos das Fundações Privadas, já que elas utilizam as estruturas e os recursos públicos da universidade sem nenhuma contra partida para os estudantes, como medida emergencial até a construção das novas residências.

  • Foi dado um prazo de 15 dias para uma nova negociação com a Reitoria, para que se resolva o problema da ampliação de vagas que será discutida e encaminhada junto às demais propostas, no dia 20 de março em reunião entre os Pró-Reitores.

      Acreditamos que esses avanços só foram possíveis devido à unidade e a luta dos estudantes residentes e o movimento estudantil da UFC. Por isso temos que ficar a postos para que as nossas reivindicações não se tornem apenas promessas vazias.

 

 Fotos da manifestação em:
http://ufsiara.gigafoto.com.br/

"Virão dias felizes
Virão também dias difíceis
Virão dias de glória
Que mudarão a nossa história
Dias de lutas virão".

Poeta urbano.



Escrito por MH2O do Brasil às 17h21
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MH2O pelo Brasil

Oficinas de Dança de Rua na sede do MH2O do Distrito Federal em Ceilândia

B.Girl Bianca da BS.B.Girl parceriza com o Gigante do Hip Hop Nacional no Distrito Federal e comanda oficinas de dança de Rua na sede Ceilândia

MH2O do DF formando a nova escola do Hip Hop Candango

 



Escrito por MH2O do Brasil às 20h19
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Imortalizado

O Gigante do Hip Hop Nacional retratado em um dos muitos livros sobre sua História

 

 



Escrito por MH2O do Brasil às 19h58
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MH2O apontado como avançado em Livro sobre diversidade sexual recém Publicado.

 Trata-se de mais um livro abordando as muitas faces do Gigante do Hip Hop Nacional:

Livro:Diversidade educacional: perspectivas educacionais

Clique para Ampliar

Alexandre Joca e Luís Palhano Loiola: o movimento social e a academia unidos em respeito à diversidade sexual (Foto: Fábio Lima)

MATÉRIAS RELACIONADAS

Um debate sobre a diversidade sexual na sociedade cearense toma hoje a sala de convivência da Universidade Federal do Ceará

Tabus são feitos, em última instância, para ser debatidos, para revelar outras possibilidades de convivência, para nos desassombrar de nosso mitos. Em nossa sociedade cristã, machista e hipócrita, os que se referem à sexualidade são encobertos por pudores ainda mais evidentes, proporcionando uma lenta e gradual reação por parte daqueles que ousam manifestar, mais ou menos abertamente, suas opções.

Uma demonstração de como este processo ainda está longe de ser modificado vem sendo vivenciada em escolas cearenses, através do projeto “Diversidade sexual e cidadania: formação continuada para educares/as”, mantido desde o ano passado, em Fortaleza, pelo Grupo de Resistência Asa Branca (Grab) ou ainda por trabalhos individuais de pesquisadores como o educador Luís Palhano Loiola, autor do livro “Diversidade sexual - perspectivas educacionais” (síntese de suas dissertação e tese em Educação pela Universidade Federal do Ceará), cujo lançamento, fruto do projeto, acontece na noite de hoje, junto às primeiras considerações do Projeto “Gênero e Diversidade Sexual: formação docente para a cidadania”, continuidade deste ano do projeto entre o Grab e o Ministério da Educação.

Segundo o coordenador do projeto, Alexandre Joca, o projeto busca “contribuir para o enfrentamento ao preconceito e à discriminação, configurados, no cotidiano, pelo sexismo e pela homofobia, dirigida às mulheres, aos gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais nos espaços escolares do município de Fortaleza, Região Metropolitana e Sertão Central”. Parceria do GRAB com o Ministério da Educação, o projeto tem o apoio das Prefeituras de Fortaleza, Maracanaú e Crateús e deve atingir 90 professores. A noite ainda reserva o lançamento de uma cartilha contemplando um resumo das atividades e condutas adotadas pelo projeto no ano passado.

Educação e sexualidade

Para Luís Palhano, não basta criar uma disciplina escolar em torno do tema da sexualidade. “Isso descaracteriza mais o debate, ao invés de aprofundá-lo”, considera. Pesquisador ligado ao programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará e professor doutor da Faculdade de Educação de Crateús (Uece), Luís sugere que o trabalho sobre sexualidade, desenvolvido nas escolas, seja fruto de um compromisso político.

Sua pesquisa gira em torno das experiências vivenciadas em seu mestrado, sob o tema “Manifestações homofóbicas no cotidiano dos jovens de Fortaleza”, em 2001, e no doutorado sobre “Diversidade sexual”, em 2005, acerca de “estratégias educacionais do movimento social e da escola ao tratar a sexualidade, em Fortaleza, através do Grab, e no interior, junto à escola básica de Crateús”. A publicação do livro “Diversidade educacional: perspectivas educacionais” integra a contrapartida do projeto “Diversidade sexual e cidadania: formação continuada para educares/as” e tem assegurada sua distribuição gratuita. “Este ano, o projeto contemplará a publicação de artigos de diversos militantes”, informa Alexandre Joca.

No mestrado, Luís Palhano trabalhou com o grupo cultural MH20, o grupo de jovens da pastoral da juventude, um grupo estudantil de uma escola básica de ensino médio do Mucuripe e um grupo político, reunindo jovens que atuam no Grab. No doutorado, restringiu-se à pesquisa junto à escola e ao movimento social. Sua metodologia foi dinâmica, envolvendo entrevistas, observações, debates, “discutindo com os sujeitos porque eles expressam tais atitudes”. Junto a seus referencias teóricos, uma proposta para abrirmos os olhos para outras formas de ser.

HENRIQUE NUNES
Repórter

Metodologia e primeiras conclusões

As conclusões iniciais em relação aos jovens consultados, segundo ele, sugerem que há uma ingenuidade e uma confusão em relação aos conceitos básicos de sexualidade. “Eles levam diretamente ao ato sexual e têm a ingenuidade de achar que a homossexualidade é fatalista ou que é uma doença”. Eles também expressam o preconceito no discurso ao dizer que não têm preconceito, mas exigem distanciamento. Um comportamento generalizado entre os grupos consultados, embora com mais avanços nos grupos ligados à atividades culturais (MH2O) e políticas (Grab). “Eles têm uma visão mais política, enquanto na escola a visão sobre a discussão de temas culturais é sempre limitada”, acrescenta Palhano.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste.


Escrito por MH2O do Brasil às 01h34
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Convite

Plenária Ampla das Juventudes de Fortaleza

 

Em um momento em que se acirram os debates à cerca da temática de Juventude em Fortaleza, com várias Organizações contestando a forma como foi conduzida pela Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita as discussões e a aprovação pela Câmara de Vereadores do Projeto de Lei que institui o Conselho Municipal de Juventude de Fortaleza. E que estas mesmas Organizações, insistem numa maior democratização por parte da Prefeitura das discussões envolvendo a Juventude e as Políticas Publicas para este setor.  Faz-se urgente ampliar o debate e envolver os demais setores da Juventude de Fortaleza nessa discussão. Principalmente porque ao invés de fazer o debate aberto e admitir as falhas no processo de discussão com o conjunto das Juventudes do Município, a Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita (AJGP) preferiu incentivar uma nota de apoio ao CMJ em forma de abaixo-assinado e difundi-la pela internet. Como se houvessem entre as Juventudes uma divisão entre os que apóiam e os que não apóiam ao Conselho. Buscando assim, de forma equivocada, ampliar sua base de apoio pela adesão a uma nota ao invés de fazê-lo pela discussão ampla, aberta, pública e democrática dos temas relativos à juventude, envolvendo a todos ou pelo menos à maioria dos Jovens de Fortaleza. Tal postura só contribui para acirrar mais ainda o descontentamento das organizações e juventudes da cidade e tornar imprescindível a ampliação da mobilização em Fortaleza. Já que fica claro que a AJGP que deveria trabalhar para congregar todos os jovens do Município, ao contrário, prefere tentar dividi-los em dois lados e tencionar as divergências, o que expõe novamente sua inabilidade política, agora elevada ao nível de irresponsabilidade administrativa à frente de uma Assessoria vinculada diretamente ao gabinete da Prefeita e que tem como finalidade atender ao conjunto dos Jovens do Município e não somente a um pequeno Grupo de Afinidades. Diante de tudo isto, vimos convocar uma plenária ampla das juventudes de Fortaleza, com o intuito de qualificar e ampliar o debate sobre as questões que envolvem os Jovens e as Políticas Públicas de Juventude em Fortaleza.



Escrito por MH2O do Brasil às 23h34
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Em Pauta:

 

Conselho Municipal de Fortaleza (divulgação da lei aprovada na Câmara)

Decreto da Prefeita para o CMJ

Eleição para membros do CMJ

Plano Municipal de Juventude

Secretaria Municipal de Juventude X Coordenadoria Municipal de Juventude

 

Quarta – Feira 07 de Março de 2007 ás 19: Horas.

Na antiga  Escola Rodolfo Teófilo em frente ao Shopping Benfica, entrada pela Rua Juvenal Galeno, S/N. Entre as avenidas: Carapinima e AV. da Universidade/Benfica em  Fortaleza-CE.

 

Assinam esta convocatória:

 

  • Movimento Hip Hop Organizado do Brasil (MH2O do Brasil)/ Frente Ampla Cultural (FAC)/Comunidade Empreendedores de Sonhos (CES)/Embaixada Social/MH2O do Ceará/ CDLISE/PRODESC/Juventude da comissão pro – fórum de Desenvolvimento Local do Conjunto Ceará/Organização Popular e Estudantil Juventude Vermelha/Comissão pró-Conselho de Juventude do Conjunto Ceará/La FEMI/Brasil Endógeno/Movimento Hip Hop Universitário (MH2U)/ARP-2.

 

*As organizações que apóiem esta iniciativa, por favor, assinem junto às demais organizações e encaminhem para suas listas de discussão e contatos e enviem cópia assinada para

contatoarp-2@gmail.com

 



Escrito por MH2O do Brasil às 23h33
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Todos à Plenária Ampla das Juventudes

Quarta -Feira 19:00 Horas

07 de Março/2007 , na antiga  Escola Rodolfo Teófilo em frente ao Shopping Benfica, entrada pela Rua Juvenal Galeno, S/N. Entre as avenidas: Carapinima e AV. da Universidade| Benfica em  Fortaleza-CE.

 

Leia mais abaixo:



Escrito por MH2O do Brasil às 00h57
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SOBRE O CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE FORTALEZA E A CARTA DIVULGADA PELA ASSESSORIA DE JUVENTUDE DO GABINETE DA PREFEITA

 

 

Vimos acompanhando a política da atual gestão da Prefeitura de Fortaleza em relação à temática Juventude, desde que a mesma assumiu.

 

Ao longo destes mais de dois anos temos apoiado em tudo que nos é possível a movimentação da Prefeitura no tocante a esse tema.

 

Junto com o apoio temos apresentado muitas reflexões e propostas de rumos e atitudes para a Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita e para as Políticas Públicas de Juventude (PPJ’s) do Município.

 

Apesar de nossos esforços, assistimos a um distanciamento gradual e progressivo da PMF em relação ao conjunto de organizações, movimentos e grupos das juventudes de Fortaleza.  E não falamos em causa própria e ou reclamamos de exclusão nossa. Pelo contrário, gozamos de atenção e tivemos acesso sempre que buscamos. Mas acreditamos que o papel da Assessoria não é simplesmente ouvir os que estão próximos e gozam de visibilidade. Até porque, mesmo os ouvindo, isto não foi suficiente para nortear de forma mais acertada e democrática suas ações.



Escrito por MH2O do Brasil às 02h00
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Em todos os momentos insistimos para que a Assessoria e a PMF estendessem seu raio de ação e relacionamento para além dos grupos de afinidade e proximidade política e envolvesse o conjunto da população jovem em amplos debates e discussões qualificadas, ao invés de atuar no “varejo” e nas articulações de gabinete.

 

Notamos a Assessoria cada vez mais centrada em si própria e nos poucos grupos de afinidade quando das discussões e deliberações que afetam o conjunto da Juventude Fortalezense. Não se registrando nenhum grande seminário, congresso, simpósio ou reunião ampliada que pudesse envolver coletivamente e de forma qualificada o conjunto das Organizações e Juventudes do Município com as discussões e debates de seu interesse.

 

Tal postura terminou por excluir amplos setores das juventudes do Município dos centros de discussão e deliberação e provocou a “anorexia política” da Assessoria e conseqüentemente das PPJ’s em Fortaleza nos últimos dois anos.

 

Tal situação se evidencia no caso da Aprovação (sob protestos de várias Organizações e Movimentos) do Projeto de Lei que cria o Conselho Municipal de Juventude de Fortaleza. Quando vários questionamentos vieram de encontro não somente ao conteúdo do projeto aprovado, mas também e principalmente à forma como a Assessoria conduziu a discussão, formulação e aprovação do mesmo.

 

E mesmo após acalorados debates ocorrerem na Câmara de Vereadores e várias organizações divulgarem nota pública, inclusive na tribuna da Câmara, sobre o CMJ, a Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita não tomou nenhuma providência para corrigir os rumos de sua atuação e ainda lançou a nota abaixo comentada, sem fazer nenhuma menção ás discordâncias e considerações de várias representações da Juventude local e ainda festejando o processo questionado, como se só lhe importasse a sua própria opinião e dos poucos grupos de afinidade que de forma exclusiva participaram do processo, em detrimento da imensa maioria dos jovens do Município.

 

Também muito infeliz foi a escolha do “Conselho de Juventude” criado pela administração de Juraci Magalhães como parâmetro de comparação para o Projeto do Conselho de Juventude aprovado pela gestão popular de Luizianne. Já que o tal “Conselho” de Juraci, praticamente inexistiu e seu processo de constituição não é digno de servir de parâmetro para um mandato popular e democrático como o atual.

 

Por tudo isto, resolvemos comentar a nota divulgada pela Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita. Não como confronto ou atitude de oposição sectária.

 

Mas muito mais, como forma de ampliar o debate e possibilitar a reflexão para todos nós que por tanto tempo temos caminhado juntos em defesa da juventude e seus interesses em Fortaleza, no Ceará e no Brasil.

 

 

Comentamos em vermelho, a nota da Assessoria está em preto:



Escrito por MH2O do Brasil às 02h00
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Assessoria: Fortaleza cria Conselho Municipal de Juventude

Prefeitura deseja dar voz aos jovens e construir Plano Municipal de Juventude

 

MH2O e Aliados: Sobre o título desta nota: Na realidade, a despeito de toda boa vontade e compromisso da Assessoria e da Gestão, a Prefeitura, e não Fortaleza criou um Conselho Municipal de Juventude. Já que o projeto de lei foi arquitetado pela PMF com sugestões de pouquíssimos grupos de afinidade.

 

E sendo a intenção da Prefeitura realmente “dar voz aos jovens” e como tão insistentemente perseguido nesta nota da Assessoria, diferenciar-se radicalmente da gestão passada no tocante a juventude, então mais do que o Conselho, deve criar uma Secretaria Municipal de Juventude na reforma administrativa vindoura, com dotação orçamentária e uma gestão própria para as Políticas Públicas de Juventude no Município.

 

 Assessoria: Em dezembro de 2000 foi aprovada a Lei nº. 8492, que criava os Conselhos Regionais de Juventude, vinculados às Secretarias Regionais da Prefeitura de Fortaleza. Na ocasião, apenas uma organização juvenil, a associação dos escoteiros, participou efetivamente das discussões para elaboração da lei. Com efeito, o conselho chegou a ser nomeado apenas na Regional V e só reuniu uma única vez. O que deveria ser um espaço de participação passou a existir apenas no papel.

Em 2005, a Prefeita recém empossada, decidiu reformular o Conselho, entendendo que a elaboração de Políticas para a Juventude passa, necessariamente, pela participação direta do segmento. Dessa forma, além das plenárias de Juventude do Orçamento participativo, uma proposta de reformulação da lei do CMJ foi elaborada e enviada à Câmara dos Vereadores em 2006. Para tal, a Prefeitura promoveu um intenso processo de diálogo com a juventude organizada de Fortaleza sobre o conteúdo da proposta, com destaque para a Audiência Pública de Maio de 2006 e o I Seminário Municipal de Juventude em Junho do mesmo ano, onde participaram jovens das seis regionais e organizações e movimentos juvenis de caráter comunitário, cultural, político, religioso, estudantil e esportivo.



Escrito por MH2O do Brasil às 01h59
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MH2O e Aliados: O fato do “Conselho de Juventude” criado pela gestão passada ser usado aqui como parâmetro para medir a qualidade do atual, nem merece comentário. Já a qualidade das reuniões e discussões promovidas pela PMF sobre o Conselho é perfeitamente questionável, inclusive sua insuficiência foi admitida por membros da Assessoria de Juventude do gabinete da Prefeita durante a reunião na Câmara de Vereadores em que se apresentou o descontentamento de várias Organizações de Juventude em relação à forma que se tava conduzindo a aprovação do projeto.

E muito menos ainda se pode caracterizá-las como um “intenso processo de diálogo” o que se evidencia pela grande quantidade de Organizações e jovens descontentes com a forma com que foi conduzida essa questão pela Prefeitura Municipal de Fortaleza. A imensa maioria dos jovens fortalezenses não teve acesso a nenhuma discussão sobre o Conselho Municipal de Juventude e a quantidade de jovens das regionais envolvidos nas insuficientes e deficitárias discussões é irrisória diante do conjunto de jovens residentes e atuantes nas referidas regionais.

 

Assessoria: Aprovada na Câmara Municipal de Fortaleza em fevereiro de 2007, a nova lei procura estabelecer mudanças significativas, por exemplo:

 

COMPOSIÇÃO JOVEM

ANTES: Sem limite etário, qualquer um que trabalhasse com o público jovem poderia participar. Na prática, a participação das organizações de jovens foi limitada pela abertura de espaço para Instituições que tem a juventude apenas como público-alvo de suas ações. Na reunião que discutiu a composição do conselho em 2001, por exemplo, as direções de Escolas tiveram papel mais importante do que os Grêmios estudantis.

NOVA LEI: Embora esteja aberto às contribuições do conjunto da sociedade, o Conselho é composto por jovens de 16 a 29 anos, incentivando o protagonismo juvenil e promovendo o empoderamento das organizações e movimentos de juventude de Fortaleza.



Escrito por MH2O do Brasil às 01h59
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MH2O e Aliados: Entre os dois modelos de composições reside todo um conceitual que deveria ter sido debatido e amadurecido pelo conjunto das juventudes da cidade. Pois se por um lado ter um Conselho composto apenas por jovens incentiva o protagonismo juvenil como arquitetou a prefeitura, por outro lado, exclui do Conselho entidades que têm no público jovem a base de suas ações independente de serem compostas por jovens, como por exemplo, UNESCO e CEDECA dentre tantos outras, fazendo assim com que o Conselho perca em qualidade e diversidade.

 

E a mesma proposta que aqui a Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita diz incentivar o protagonismo juvenil e promover o empoderamento das organizações e Movimentos de Juventude, abre generosa exceção para a Câmara de Vereadores de Fortaleza indicar membros fora da faixa etária imposta aos jovens. O que obviamente só vai empoderar e incentivar o protagonismo dos experientes e “escolados” vereadores.

 

 Também é pertinente a discussão não realizada pelo “intenso processo de diálogo” da PMF, sobre o Conselho caracterizar-se como um “Sindicato de Jovens” formado pelos mesmos, com a intervenção de representantes da Prefeitura e dos Vereadores, ou se o melhor seria termos um Conselho de Políticas Públicas de Juventude com a participação de Jovens, Poder Executivo, Legislativo e organizações com reconhecidas contribuições para a temática de Juventude em nosso município. Esta questão é apenas uma das milhares não permitidas pelo “intenso processo de diálogo” aqui festejado pela Assessoria de Juventude da Prefeita.

 

Assessoria: AUTONOMIA DEMOCRÁTICA

ANTES: > Além de o executivo indicar 50% dos membros, a lei anterior previa como maior instância deliberativa do Conselho a sua executiva, composta por três pessoas, todas indicadas pelo Prefeito.

NOVA LEI: As organizações e movimentos de juventude de Fortaleza elegerão (entre si) 18 pessoas. Os delegados jovens do orçamento participativo indicarão mais 02, somando 20 jovens da sociedade civil, ou seja, 2/3 dos 30 membros do CMJ, que terá sua assembléia de membros como maior instância de deliberação, com poderes inclusive para eleger a executiva. Dessa forma, a Prefeitura acredita que poderá construir o Plano Municipal de Juventude pautando-se pelo respeito aos espaços de participação democrática.



Escrito por MH2O do Brasil às 01h58
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MH2O e Aliados: Por se pautar pelo respeito aos espaços de participação democrática a Prefeitura não deveria impor que duas das vagas da juventude sejam obrigatoriamente pertencentes ao Orçamento Participativo, ao contrário, teria que permitir que a juventude soberanamente definisse se quer ou não, que membros do OP ocupem vagas no Conselho em seu nome. E nem deveria ter formulado um projeto de lei de um Conselho de tamanha importância “entre-amigos” longe do enorme público jovem da Cidade. Quanto ao Plano Municipal de Juventude, o ideal é que o mesmo seja elaborado por bem mais jovens do que os 18 membros do Conselho e que o mesmo tenha uma Secretaria Municipal de Juventude para executá-lo.

 

 Assessoria: FORÇA SOCIAL

ANTES: Na única Regional em que se constituiu o conselho de juventude não conseguiu mobilizar um conjunto significativo de organizações juvenis. A falta de identidade das organizações se deve, sobretudo, pelos objetivos até então proclamados, limitados claramente ao campo de sugestão vazia. 

NOVA LEI: O objetivo é construir um conselho forte, com debates de alto nível, capaz de elaborar projetos para as instituições públicas e, ao mesmo tempo, proporcionar um espaço de articulação entre as organizações e movimentos de juventude, visando seu desenvolvimento. >

 

MH2O e Aliados: Tendo-se como indicativo a forma como a Prefeitura conduziu a elaboração e aprovação do Conselho de Juventude na Câmara, longe dos olhos e participação da maioria dos jovens de Fortaleza, fica difícil acreditar na construção de “um Conselho forte, com debates de alto nível, capaz de elaborar projetos para as instituições públicas e, ao mesmo tempo, proporcionar um espaço de articulação entre as organizações e movimentos de juventude, visando seu desenvolvimento”.  Por isso se faz urgente que a Assessoria convoque uma ampla discussão com as várias Organizações de Juventude da cidade para discutir e elaborar coletivamente o decreto que a prefeita enviará a Câmara de Vereadores para normatizar o Conselho. Iniciando assim, uma mudança na forma de conduzir as questões de Juventude do Município e sinalizando para ganhos qualitativos nas relações políticas com o conjunto das juventudes de Fortaleza.

Escrito por MH2O do Brasil às 01h57
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Assessoria: Portanto, a juventude de Fortaleza está convocada ao desafio de construir uma gestão plural, democrática e participativa.

 

MH2O e Aliados: Tal desafio agiganta-se, se a partir de agora a Assessoria de Juventude da Prefeita não abandonar a insistência em não reconhecer o conjunto de falhas contido em todo o processo de elaboração e aprovação do Conselho. E não romper com a “cegueira política” de não reconhecer que uma significativa parte da Juventude Organizada de Fortaleza, desaprova os métodos utilizados até agora pela PMF para lidar com a temática de Juventude do Município.

 

Pois tais posições, mesmo que involuntariamente, nos remetem à lembrança da nefasta “Era Juraci”, quando a Prefeitura achava que podia arquitetar e manipular as questões de Juventude concebendo e conduzindo tudo “entre amigos” longe do debate sincero e público com o conjunto das juventudes de Fortaleza. Como sabemos que nem de longe é esse o interesse da Assessoria e da gestão atual, insistimos, que já que perdemos a oportunidade de envolver amplamente as juventudes do município com a discussão do CMJ, possamos fazê-lo agora em relação ao Decreto da Prefeita e às ações que virão daqui por diante. E preferencialmente tendo à frente a Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita, cuja principal tarefa compreendemos que deva ser esta.

 

Assessoria: Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita

 

MH2O e Aliados: Movimento Hip Hop Organizado do Brasil (MH2O do Brasil) e aliados.



Escrito por MH2O do Brasil às 01h57
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Conclusão:

 

No mais, reiteramos nosso apoio e disponibilidade para as tarefas de melhoria e implantação do Conselho Municipal de Juventude, da elaboração pelas organizações de juventude em parceria com a PMF do Decreto da Prefeita para o CMF e da Elaboração democrática e coletiva do Plano Municipal de Juventude de Fortaleza.

 

E aproveitamos para anunciar o lançamento de uma ampla e aguerrida Campanha pela conquista da Secretaria Municipal de Juventude de Fortaleza na reforma administrativa.

 

Tal campanha estará sendo discutida na Plenária Ampla das Juventudes de Fortaleza que realizaremos no dia 07 de Março/2007 ás 19: Horas, na antiga Escola Rodolfo Teófilo em frente ao Shopping Benfica, entrada pela Rua Juvenal Galeno, S/N. Entre as avenidas: Carapinima e AV. da Universidade| Benfica em  Fortaleza-CE.

 

Para esta reunião estão convidadas todas as organizações, juventudes e jovens de Fortaleza que queiram discutir Políticas Publicas de Juventude e outras questões envolvendo assuntos de interesse dos jovens em nosso Município. Para tanto, estamos fazendo uma grande mobilização.



Escrito por MH2O do Brasil às 01h56
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“Agora somos gotas, vindas de todas as partes e reunindo-se rapidamente. Logo nos apresentaremos como um tsunami.”

 

Poeta Urbano.

 

ARP-2; Movimento Hip Hop Organizado do Brasil (MH2O do Brasil); Frente Ampla Cultural (FAC);  Juventude da Comissão Pro - Fórum de Desenvolvimento Local do Conjunto Ceará; Organização Popular e Estudantil Juventude Vermelha;  MH2O do Ceará; CDLISE; PRODESC; Movimento Hip Hop Universitário (MH2U); La FEMI; Brasil Endógeno; Comissão pró-Conselho de Juventude do Conjunto Ceará. 

  

 

Fortaleza, 05 de Março de 2007.



Escrito por MH2O do Brasil às 01h56
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Organizações de Juventude descontentes com a condução da discussão sobre o Conselho de Juventude pela Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita preparam reação 
 
MH2O do Brasil e aliados reunem-se na próxima segunda-feira para se re-posicionar em relação ao Conselho Municipal de Juventude. Nos últimos dias o Movimento Hip Hop Organizado do Brasil tem manifestado (inclusive na Câmara de Vereadores de Fortaleza) seu descontentamento e desapontamento com a condução dada pela Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita para a questão do CMJ.
Solidário e colaborativo desde o inicio da gestão com a Assessoria de Juventude e suas atividades, bem como, com a Gestão como um todo, o MH2O vem reiteradamente reclamando da falta de articulação politica da Assessoria e afirmando que as atitudes da mesma, comprometem a unidade das juventudes em torno das PPJ's em Fortaleza e corre o risco de empurrar para a oposição boa parte das Organizações e juventudes do Município. Na reunião do dia 05 de Março estará em discussão a posibilidade de endurecer as críticas á Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeita e a própria atuação da gestão em relação ao tema, inclusive com manifestações públicas. Na reunião que acontecerá em Fortaleza estarão presentes Coordenadores nacionais e Estaduais da sigla e representantes de Organizações como FAC, ARP-2, Juventude Vermelha, CDLISE e várias ONGs alinhadas com a insatisfação do MH2O.


Escrito por MH2O do Brasil às 12h14
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Ceilândia -DF

MH2O do Distrito Federal certifica jovens em produção cultural

O Curso foi oferecido pelo Programa Mercado Alternativo

Com oficinas e aulas ministradas pelo Produtor Cultural e DJ Ocimar, o curso formou jovens para atuar na Produtora de Eventos do Projeto Piloto Nacional do Mercado Alternativo (PPNMA) do DF

É o MH2O do Brasil gerando emprego e inclusão de jovens no Centro-Oeste

O gigante do Hip Hop Nacional fala sério sobre empregabilidade de jovens e protagonismo juvenil por todo o País. E mais importante ainda, FAZ.



Escrito por MH2O do Brasil às 08h40
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História de um Gigante em Movimento - Ano de 2005.

Retrospectiva: Experiência Exitosa do MH2O do Brasil leva jornalismo cearense a disputar prêmio

JORNALISMO (14/11/2005)

Diário está na final em dois prêmios nacionais

Dois jornalistas do Diário do Nordeste foram selecionados como finalistas de dois prêmios nacionais de jornalismo. Antônio Simões Menezes concorre na categoria Segurança e Saúde no Trabalho, no grupo jornalismo impresso, do Prêmio ABS de Jornalismo. O Prêmio é concedido pela entidade sem fins lucrativos Agência Brasil de Segurança (ABS). Também na categoria impresso, a jornalista Iracema Sales concorre como finalista ao Prêmio Senai de Jornalismo.

Com a série “Do sertão ao canavial”, publicada no período de 6 a 12 de julho passado, Antônio Simões participa no próximo dia 28 de novembro da cerimônia de premiação no Hotel Grand Meliá Mofarrej, na capital paulista.

Apenas na ocasião, será conhecido o vencedor. “Só em ser finalista de um prêmio nacional já me sinto vitorioso”, conta o jornalista, que viajou por oito cidades do interior de São Paulo, mostrando as dificuldades enfrentadas por cearenses que sobrevivem do corte da cana-de-açúcar.

“A idéia de fazer a reportagem surgiu quando descobrimos que pessoas saiam de Ererê (no interior do Ceará) para trabalhar em canaviais em Santa Bárbara do Oeste (SP). Mostramos que a cidade ficava vazia em grande parte do ano, com apenas mulheres, crianças e idosos. Num segundo momentos fomos até São Paulo mostrar as péssimas condições de trabalho a que esses cearenses são submetidos”, lembra Simões.

Já a série “Kd o emprego?”, publicada entre os dias 25 a 29 de setembro último e assinada por Iracema Sales, é finalista do Prêmio Senai de Jornalismo. A reportagem foi sobre a falta de qualificação profissional dos jovens que estão em busca de emprego. “A escola não prepara o adolescente para o mercado de trabalho e nem para o vestibular”, denuncia a jornalista.

A série trouxe ainda iniciativas bem-sucedidas de movimentos da sociedade civil em busca de soluções para a desqualificação dos jovens. “O MH2O (organização não-governamental que teve início com o movimento hip hop) é uma iniciativa que vem tendo sucesso. Eles começaram o trabalho aqui e já têm filiais em outros três Estados (São Paulo, Paraná e Distrito Federal)”, cita Iracema Sales.

O ganhador do Prêmio Senai de Jornalismo será conhecido, no próximo dia 17 de dezembro. A solenidade de entrega dos prêmios será realizada na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste.



Escrito por MH2O do Brasil às 08h25
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